Esta foi a bela história de suspence e romance que
ocorreu na cidade de Phoenix. Tudo gira em torno de um feitiço chamado
Provip que encadeia a imortalidade ao ser humano. O jovem Zack
Mcphersom junto com a garota Carolina Haven vivem uma grande aventura em
que um enorme quebra-cabeça tem que ser montado para que todas as
duvidas sejam reveladas e tudo acabe bem. Este é um dos mais belos
contos de ficcão das criatividades de T. S. Brasileiro.
T. S. Brasileiro
O Provip
O F e i t i ç o d a I m o r t a l i d a d e
TSB
Capitulos
Zack Mcphersom
Principais Acontecimentos
- A Morte e a Vida
- A Primeira Caça
- Fim da Caça
- Suco de Tomate
- Desoito Anos
- A Cobra Mortífera
- Na Casa de Mike
Mike Scoog
A Descoberta
- O Elixir
- O Potinho
10-A Traição
- Explicações
- Mais Detalhes
Carolina Haven
A Nova Vida
- A Lagrima no Túmulo
- A Nova Carolina
- O que Sou
- Thomas Hector
- Mais Ajudas de Hector
Dias Atuais
Zack e Carolina
- Zack
19- Carolina
20- Grandes Amigos
21- Um Cliente Inesperado
22- No Grill Noberty
23- A Notícia
João Jovalho
O Feitiço Provip
24- João e Bonerges
25- O Ritual
26- Cumprimentos
27- Comentários
28- A Suspeita
29- O Erro
30- Max, Maicon e Drive
31- Uma Descobert
32- A Comfência
33- A Espionagem
34- A Chegada de Mike
35- A Chegada
36- Sem Saída
37- Final Feliz
Um Vampiro
Autor T. S. Brasileiro
Zack Mcphersom
Principais Acontecimentos
A Morte e a Vida
Em uma noite de 1913, numa fazenda em Phoenix que era composta pela
metade de uma mata. A fazenda media doze hectares. Naquela noite
chuvosa, na casa da fazenda uma mulher por nome Catharinna Mcphersom
encontrava-se em um quarto, deitada em uma cama larga do espelho bem
modelado. O quarto era muito quadrado e sua luminosidade era composta
por duas velas velas na estante pequena de madeira ao lado da cama e um
lampiao na cabeceira.
Tinham tres mulheres ao seu redor, todos tres de vestidos longos.
Uma estava sentada na cama, ao lado da mulher, a outra no lado esquerdo e
a terceira, que parecia a mais jovem estava sentada escorada na porta,
para nao obter interrupicoes.
As duas que estavam sentadas na cama eram parteiras. E a mulher que estava deitada sobre a cama estava prestes a dar a luz.
Passaram-se mais alguns minultos e ela deu a luz.
Passaram-se mais poucos minultos e a porta se do quarto que antes estava escorada pele garota se escancarou.
Apareceu um homem emcharcado de botas grandissimas nos pes e um
chapeu de palha numa das maos. Ele adentrou um pouco com cara de quem
pergunta 'como foi?'
-Senhor Luí, é um menino- falou a garota que estava porta.
-Que bom Carolina.- alegrou-se ele, que era o pai do garoto. Ele se aproximou um da cama e pegou-o nos bracos.
-Zack. O nome dele é Zack.- sussurrou Catharina.
Ele o examinava; cabelos e pele da mae, olhos e sebrancelhar do pai.
O movimento das parteiras fez ele mudar seu campo de vizao do bebe para sua mulher: olhos fexados.
-Catharinna?- sussurou ele. A mulher permaneceu do mesmo geito.- Catharinna?, Catharrina!- gritou ele mais alto.
Uma das parteiras disseram algo como 'lamento'. Ele deixou uma
lagrima rolar em seu rosto. Entregou o bebe a Carolina, que tambem
chorava e saiu do quarto. T. S. Brasileiro
O PROVIP
A Primeira Caça
Era uma tarde de 1920, O viuvo Sr. Luí Mcphesom cuidava do
galinheiro e seu filho Zack de sete anos aguardava seu tio Mike, irmão
de sua falecida mãe, sentado numa pedra no terreiro de sua casa, eles
iriam caçar juntos na mata da fazenda. Em alguns minultos Mike chegou de
cavalo. Ele era bem parecido com a es-mãe do Zack, ele era o mais velho
dos tios e parecia muito bem conservado, como o mais novo. O tanto que
parecia novo era também divertido e brincalhão e sempre vivia na fazenda
com Zack.
Ele estava com uma espingarda de madeira na mão, vestido com uma
camisa de mangas longas branca e com as cauças ensacadas nas botas
marrõs de couro.
Mike trazia um pá de botas numa das mãos com o dedo indicador dentro de uma e o do meio na outra.
-Pra você, Zack.- Disse ele estendendo a mão.
-Pra mim? -Maravilhou-se Zack.
-Claro! tem outro Zack Mcphersom aqui?
-Obrigado, tio.-Agradeceu ele pegando-as e levando diretamente aos pés.
Pode velas melhor: eram bem pretas, novas e ilustradas.
-Caíram muito bem, hem?- Sorrio Mike ao ver-lo vesti-la.
-Foi. Vamos.- comvidou Zack satisfeito.
Eles caminharam em direçao a parte mata da fazenda e adentraram-na.
Zack e Mike já a coheciam perfeitamente; autas e grandes arvores que
tampavam qualquer luz solar, troncos, folhas e matos forrados no chão.
Zack adorava aquela mata pois se divertia bastante com Mike lá. Da
ultima vez eles haviam matado alguns passaros e observado uma capivara
que pairava por ali, foi muito divertido.
-Ai!- Zack gritou ao tropesar em um tronco. Em sua perna escorria um filete de sangue.
-A... Eu... Zack...-Mike parecia muito comfuso.
Ele estava muito estranho: Estava de baca aberta olhando Zack,
respira profundo, meneando a cabeça parecendo tentar ageitar um osso
deslocado do maxilar.
-Tiu? o que houve? eu estou bem!
-Fique aqui Zack. Eu já vouto!-Gritou ele e adentrou na mata correndo.
O Fim da Caça
Zack se sentou num toco de árvore seco que estava por perto e cuidou
do ferimento. Ele estava muito comfuso e curioso pois já passavam
muitos minultos e o tio não retornava e ele não sabia se o procurava ou
se voltava pra casa. Resolveu adentrar na mata e procurar-lo, e se não o
encontrasse voltaria pra casa.
Caminhou alguns minultos tortamente e não viu nada além de mato e
árvores. Quando já pensava em retornar ouviu um barulho de mato seco por
tráz de uma árvore ao lado direito. Se aproximou e esforçou-se para
destinguir o que via entre galhas, em sua frente. Era o Mike, mais ele
estava de joelhos, esquivado sobre alguma coisa... Zack se agaichou para
ver melhor e reparou que o tio estava mordendo um animal; parecia um
gato-do-mato. Zack achou aquele modo muito estranho de caçar.
-Tio Mike?-Zack resolveu chama-lo- o que o senhor pegou?
Mike pareceu ter um susto e rapidamente levantou-se deixando o animal sangrando no pescoço caído no chão.
-Zack! mandei você ficar lá-Mike agora parecia perturbado- vamos voutar.
-Mas nem caçamos!- choramingou ele.
-Viremos outro dia.-Afirmou Mike puxando Zack.
-Mas e o gato que o senhor mordeu? vai deixar aqui?
-Mais que idéia! eu não mordi aquele gato-do-mato, Zack! eu atirei nele fui observar a espécie, que era bem rara. Entendeu?
-Ententendi.- comfirmou Zack quando já chegavam na clareira do terreiro de sua casa.
-Só me prometa uma coisa, Zack. Não conte sobre isso á ninguém, nem a seu pai, certo?
-Porquê? o que tem de segredo em um gato-do-mato?-interrogou Zack.
-Porque se seu pai ficar sabendo não deixará voultarmos a caçar, porque le deixei só nesta mata que tem até cobras venenosas.
-Ah, tá certo.
-Até outro dia, Zack!
Suco de Tomate
Era més de julho de 1926, uma tarde calma e ensorada. O tiu Mike chegava na casa dos Mcperssom outra vez.
-Vamos caçar hoje, Mike?-Zack se adiantou.
-Hoje não, Zack. Cassamos antes de ontem lembra?
-Mas nunca é muito caçar! -Não mesmo. Mas hoje vamos fazer o almoço! já faz bem um més não fazemos um almoço daqueles, em?...
-Tem razão. Em que posso ajudar?
Mike apontou um tomates pra ele picar.
-Oi, Mike. Oi Zakão!-Cumprimento Sr. Luí ao entrar na cozinha para beber água.
-Oi Luí!-Respondeu Mike.
-Oi Pai!-Saúdou Zack.
Ele saiu. Mike se aproximou para ajudar a Zack picar os os tomates.
Eles estavam com uma baita conversa quando Mike sussurrou um "ai" e ao
Zack olhar viu sangue escorrer em sua mão. Ele correu e apanhou um pano
de cozinha.
-Não prescisa, Zack.-ele enchugou o sangue na blusa mostrou a mão.
-O que!?... como pode!?... eu vi!-Zack estava surpreso ao ver a mesma
mão que outrora estava cortada e ensanguentada estava bem pálida, mais
perfeita como se nunca ouvesse nada.
-Calma!- Mike ria de se acabar, mais tinha um certo nervorsimo que
fazia Zack lembrar de uma caça seis anos atráz-Era suco de tomate.
-Era mesmo?- Admirou-se Zack-foi tão realista...
-Foi, Zack. Me passe as batatas!-Pediu ele ainda sorrindo.
Desoito Anos
saído Zack, Mike e Luí comessaram a organizar e limpar o terreiro.
-Pronto. Agora Zack, meu presente.-falou Luí quando já era quase noite e terminaram, era um belo cavalo preto.
-Nossa pai! muito obrigado!- Mike estava maravilhado, era o que sempre quiz.
-Você mereceu, Zack. Sua mãe ficaria orgulhosa do homem que ela tem...- Falou Luí com os olhos lacrimejados, e abraçou o filho.
-E este aqui, Zack- Mike mostrou uma espingarda- é o meu presente.
Zack largou o pai e abraçou o tiu.
-Muito obrigado, tiu Mike! Eu amo vocês!-Completou ele abraçando os dois.-Agora tiu, eu esijo que cassamos! Você vem pai?
-Não, não. Vão e divirtam-se!
Mike e Zack adentraram a mata ambos com espirgadas prontos pra aproveitar o fim da tarde.
A Cobra Mortifera
Eles adentraram aparentemente oito metros na mata e já comessaram a
cassar, eles se divertiam muito. Zack acertava cada tiro que dava.
-Sabe Zack, acho que voçê será o maior caçador de todo EUA!
-Sabe o que eu acho Mike, que você será o maior professor de caça da América Latina!
-E sabe o que eu tenho certeza? que seremos os maiores amigos do planeta terra.
-Disso eu não tenho nem duvida!
Logo logo estava anoitecendo e Mike e Zack já vinham retornando.
-Mike não se mecha!-Gritou Zack derrepente.
-O que foi?- perguntou Mike assustado.
Uma cobra cinza estava enrroscada em uma pedra e com o movimento de
Mike estava armada. Mike parou até de respirar mais não parecia
preocupado com si mesmo.
-Zack afaste-se!-Gritou ele-cascacavél!
-Cauma eu vou atirar! comfie em mim- sussurrou Zack.Ele se aproximava lentamente.- Calma... a... go...rAI!
-ZACK!- Gritou Mike ao ver a cobra girar e morder a perna de Zack que tombou no chão.
Mike pegou a cobra com as mãos e a rasgou em duas bandas e esmagou sua cabeça com a palma da mão, era uma força sobrenatural.
Logo foi ao corpo de Zack e este dava os ultimos suspiros. Mike
altomaticamente levantou a cauça de Zack até onde escorria o sangue da
picada, logo após apanhou uma pedra e cortou a propria mão e a fechou em
cima da picada misturando os
Era data de 15 de setembro de 1930. Zack estava fazendo dezoito
anos. A fazenda do Sr. Luí estava em festa. Os convidados tinham ficado
por conta de Mike e seu pai porque ele não tinha amigos além de Mike,
por isso só vieram seus familiares; os avós maternos Francisca e Inácio e
avós paternos Josélia e Marcos, tios maternos e paternos Mike, Pedro,
José, Leonardo, Juilo, Oscar e Sergio e tias Joaquina, Selma, Mercedes,
Maria, Eliza, Marinalva, Mariana e Laura. Primos e Primas, Milca,
Olivio, Linaldo, Marta, Leonidas, Jane, Claúdia, Marion, Mandra, Lucas,
Matheus, Odete, Judá, Lucia, Thiago, Carlos e Simas e por ultimo os
vizinhos Firmino e Joana, Esther e Claudio e Silvia e Marieta. Realmente
era uma infinidade de gente, por isso a festa teve de ser ao ar livre.
Zack ganhava muito presentes; ora animais, perfumes, sapatos, vestes e
até dinheiro.
Passou-se a manhã e o inicio da tarde de vinho, valsa e diversão até que filnalmente os convidados comessaram a sair.
Logo quando todos haviam saído Zack, Mike e Luí comessaram a organizar e limpar o terreiro.
-Pronto. Agora Zack, meu presente.-falou Luí quando já era quase noite e terminaram, era um belo cavalo preto.
-Nossa pai! muito obrigado!- Mike estava maravilhado, era o que sempre quiz.
-Você mereceu, Zack. Sua mãe ficaria orgulhosa do homem que ela tem...- Falou Luí com os olhos lacrimejados, e abraçou o filho.
-E este aqui, Zack- Mike mostrou uma espingarda- é o meu presente.
Zack largou o pai e abraçou o tiu.
-Muito obrigado, tiu Mike! Eu amo vocês!-Completou ele abraçando os dois.-Agora tiu, eu esijo que cassamos! Você vem pai?
-Não, não. Vão e divirtam-se!
Mike e Zack adentraram a mata ambos com espirgadas prontos pra aproveitar o fim da tarde.
A Cobra Mortifera
Eles adentraram aparentemente oito metros na mata e já comessaram a
cassar, eles se divertiam muito. Zack acertava cada tiro que dava.
-Sabe Zack, acho que voçê será o maior caçador de todo EUA!
-Sabe o que eu acho Mike, que você será o maior professor de caça da América Latina!
-E sabe o que eu tenho certeza? que seremos os maiores amigos do planeta terra.
-Disso eu não tenho nem duvida!
Logo logo estava anoitecendo e Mike e Zack já vinham retornando.
-Mike não se mecha!-Gritou Zack derrepente.
-O que foi?- perguntou Mike assustado.
Uma cobra cinza estava enrroscada em uma pedra e com o movimento de
Mike estava armada. Mike parou até de respirar mais não parecia
preocupado com si mesmo.
-Zack afaste-se!-Gritou ele-cascacavél!
-Cauma eu vou atirar! comfie em mim- sussurrou Zack.Ele se aproximava lentamente.- Calma... a... go...rAI!
-ZACK!- Gritou Mike ao ver a cobra girar e morder a perna de Zack que tombou no chão.
Mike pegou a cobra com as mãos e a rasgou em duas bandas e esmagou sua cabeça com a palma da mão, era uma força sobrenatural.
Logo foi ao corpo de Zack e este dava os ultimos suspiros. Mike
altomaticamente levantou a cauça de Zack até onde escorria o sangue da
picada, logo após apanhou uma pedra e cortou a propria mão e a fechou em
cima da picada misturando ossangues. Ele estava muito desesperado e
chorando muito, olhava para sua perna atentamente até que conseguiu ver;
o sangue absorvia lentamente e a sicatriz fechava-se muito lenta.
Ele pareceu se consolar mas mesmo assim ainda estava chorando muito.
Pegou-o nos braços e correu adentro da mata escura mas não correu
normal, correu como um vulto.
Na Casa de Mike
Mike chegou na sua casa. Ela branca, modesta de alpendre cheio de
potinhos e baldes e caqueiras com plantas, flores e rosas. Ele abriu-a e
pôs Zack sobre um sofá de naylon com couro. Ele olhou sua perna e o
corte ja havia sumido. Ele respirou fundo, abriu a porta, e fechou
deixando Zack só e correu em direção da mata.
Logo ele chegou no terreiro da fazenda do Sr. Luí, ele não estava em
casa, Mike gritou por seu nome e logo ele veio de de dentro da mata,
provavelmente a procura deles; ele estava louco.
-Cadê o Zack!?
-Cauma ta tudo bem!
-Onde ele estar?
-Na minha casa. Vamos aproveitar a noite de se seu aniversário assando carne das nossas caças!
-Eram pra ter me avizado antes de irem!
-Tem razão, desculpe Sr. Luí, é que nus empolgamos e pegamos um
atalho, ele me mandou vim avisar o senhor que vai passar a noite la em
casa, amanhã vem.
-De forma alguma, a casa dele é aqui! porquer não veem pra qui?
-O Sr. não tem torradeira grande...
-E desde quando você tem?
-Eu comprei hoje pra comemorar o aniversário dele, é uma data muito especial.
-É, é sim. Tudo bem, mais amanhã cedo vem. E eu quero ver sua torradeira grande- Sorrio Luí.
-Claro que sim!-Mike devolveu um sorrio sem graça.- Eu posso ir buscar uma roupa pra ele?
-Claro, claro.
Mike correu pra casa e logo voutou.
-JÁ!?-Adimirou-se Luí.
-É...-Mike ficou nervoso e sem resposta.
-Já estava tudo preparado não era?-Riu Luí.
-Pois é, era... descobriu!-Riu Mike e correu.
Esclarecimentos
Em alguns segundos Mike chegou em casa, mal entrou, jogou as roupas
no outro sofá e correu pra examinar Mike. "Nossa!" ele se surpriendeu;
seu rosto não tinha uma só sicatriz, olheiras ou espinhas. Logo levantou
sua camisa eo abdomem ainda estava completamente a sua cor natural. Ele
relachou um pouco, respirou fundo e deitou-se no outro sofá sobre as
roupas de Zack e passou a pensar no que faria para contar tudo a Zack,
por tudo que ele iria passar e tudo iria ser. Pensou, pensou e dormeceu.
Mike foi despertando lentamente até vim a tõna que já era a tarde do
outro dia. Saltou do sofá e teve uma surpresa; Zack não estava mais lá.
Ele foi até a porta e ao abrir viu Zack parado no meio do nada.
-Zack?- chamou Mike- venha aqui, temos muito o que conversar!
Zack olhou um pou assustado e Mike sentou na cauçada, logo ele também veio.
-O que estava pensando?
-O que aconteceu? me acordei no seu sofá me sentindo estranho e leve... a cascavel... aí pensei que tinha morrido...
-Vou le explicar tudo. Antes: eu ja falei com seu pai que você vai
durmir aqui, então temos tempo suficiente pra esclarecer todas suas
duvidas, certo?
-Certo.
MIKE SCOOG
A Descoberta
O Elixir
Era ano de 1902. Mike encontrava-se numa sala larga, sentado em uma
cadeira de madeira comversando com outro homem aparentemente da sua
idade, dezenove anos.
-Mike eu chamei você porque você é o unico amigo em que eu comfio.
-O que ouve Max?- perguntou Mike.
-Eu descobri algo muito emportante. A morte de João Jovalho foi conspirada.
-Eu acho melhor não nus metermos misso. Podem nus vir problemas.
-Cauma, eu vou explicar. Meu tio que é bruxo disse que sentia as
vibrações dos feitiços que Bonerges excultava, a mulher de João Jovalho,
que era bruxa. E ela execultou o feitiço Provip, que é um feitiço que
nenhum bruxo teve coragem de execultar pois apesar de ser tortura
durante doze anos para o execultante ainda leva-o a morte. Exite feitico
de ressurreição mas as bruxas não comfiam em ninguem, elas tem medo de
sofrer execultando um e finalmemte o seu par não a ressussitar.
-E daí? porque este feitico é tão valioso?
-Porque ele dar a imortalidade ao ser humano.
-O QUE?-Mike se assustou.
-Pois é. Entao meu tio diz que ela fez pra seu marido. Mais ela pode
ter feito uma maldicao para que se ela morresse e ele não a
resussitasse, morreria, entao ele matou.
-Ha! compreendi. E o que você estar pensando em fazer?
-Bem, meu tiu disse que ele provavelmente morreu com ele. Talvez no bolso.
-Entao você estar pensando em ir dessenterra-lo?
-Meu tiu sugeriu isso.
-E se tiver algum feitico pra matar quem bebe-lo?
-Não se preocupe. Meu tio verifica. Então se queremos viver pra sempre temos que busca-lo!
O Potinho
Numa quinta-feira á noite, como haviam planejado, Mike já esperava
Max na frente do cimitério para a busca do Provip. Em alguns minultos
Max chegou, ele trazia uma lantern e uma enchada que serviria para
cavar. Ambos estavam bem agasalhados com casacos de lã e couro para
proteger-se do frio de uma hora da manhâ nas ruas do cimitério.
-Você ja sabe onde fica?-Perguntou Mike que estava meio desencorajado.
-Sei, sulbe que fica perto das tumbas novas. Segura a lanterna-Max extendeu-a para Mike.
Logo chegaram onde Max disse e entre muitos tumulos recém pintados
esta um que exibia o placar 'Joao Jovalho Mistro de Laivy' escrito na
pedra.
-Aqui. É este.- Comfirmou Max que logo comecou a cavar um paumo a frente da pedra.
Mike observava o amigo cavar e em estantes olhava em redor. O vento
rugia tenebrosamente , varrendo as folhas secas das enormes árvores de
tambô que ficavam nas terras do cemitério.
-Chegou no caichão!-alarmou Max uma hora depois que comecou cavar.
Mike ajudou a abrir o caixão e Max soutou um grito agudo.
-O que ouve? encontrou?
-O... caixao... ele...
-Ele o que?-encheu-se Mike de curiosiadade.
-Estar vazio!
Mike se espantou.
-Mas ja faz um ano talvez ja tenha dicinerado.
-Mesmo assim era pra ter ao menos resto!
-Então Vamos embora, não tem nada aí!
-Calma! tem algo aqui! como um potinho de vidro!
-Deve ser o Provip, tem algo dentro?
-Tem! estar meio com um liquido vermelho como sangue.
-Pegue-o e vamos!
Max pegou-o e logo após Mike o ajudou a enterrar o caixao de volta.
A Traíção
Era a manhã da sexta-feira, dia após o desenterro do Provip. Mike
havia levantado sedo e caminhava para a casa de Max, pois estava muito
curioso pra saber o que o tio de Max achou. Ele ia a caminho enteiro
imaginando se não tivesse maldicão ele e Max fossem os unicos no mundo a
viver eternamente, seria maravilhoso.
Mike bateu na porta de uma casa grande, de janelas de madeira, onde a
chaminéa fluia fumaça. Logo que Max abriu ele reestava naquela sala
grande de apenas duas cadeiras.
-Seu pai estar?- perguntou Mike por ter visto a chaminé.
-Não. Era eu aquecendo o fogo para o almoço.
-E então, o que seu tiu achou? tinha alguma maldição?
-Em destaque, não, porque ele disse que o Provip em si já é uma maldição.
Mike observou o potinho e mesmo na noite anterior estar muito escura, ele notou que diminuira ao menos uma grama.
-Alguem já esperimentou?
-Não, claro que não. Só quem sabe disso é eu, você e meu tio Drive.
-Pode ter cido o Drive.-suspeitou Mike.
-Ha! estar falando dessa graminha a menos?-Mike concentiu -meu tiu precisou para examinar.
-Ah, tudo bem.-Comformou-se Mike.
Max levantou-se e foi para cozinha buscar maçãs. Zack observava o
potinho e raparou escrito nos fundos "Vampiro". Ele levantou e foi
mostrar a Max. Ao chegar na cozinha paralisou e voutou sem que fosse
notado; Max comversava aos cochichos com seu tio Drive e seu pai Maicon.
"Será que foi só um plano pra mim usar?-pensou Mike-na verdade foi bem
estranho Max que nunca foi meu amigo se tornar de uma hora pra outra e
por cima me contando um segredo tao valioso..." Ele se perdeu em
pensamentos. Via Maicon apanhar uma faca, Drive não permitia e fazia um
gesto de que tem outra idéia. Mike pensou se aquilo fosse pra ele, já ia
sair correndo quando viu que vinham todos três em direcão da sala,
automaticamente abriu o potinho e bebeu um minusculo tanto, e antes que
chegassem o fechou.
Eles chegaram. Drive fez um movimento rapido e exclamou algo como ''
Mortiferos Mortais Mike!', surgiu uma fumaça, Mike ainda ouviu Drive
dar um grito de quem sente uma dor enorme, e tombou no chão da sala.
Explicações
-Entao, Zack, despertei na outra manhaenterrado no jardim da casa do Mike, eles haviam ido embora e abandonado a casa.
-Nossa tio! porque o senhor nunca me contou nada disso!?
-Eu não podia, Zack. Imagine você ficar sabendo que estar andando com quem já morreu?
-Mas o senhor mesmo morto estar vivo, de carne e osso.
-É verdade, mesmo que não sinto membro algum do corpo.
-Eu tambem nao sinto. O senhor me fez isto pra me livrar da morte daquela cascavel, não foi?
-Foi, Zack. Eu não imaginaria viver sem você.- Falou Mike com os olhos lacrimejados.
-Mais se isso aconteceu quando você tinha dezenove anos, porque estar parecendo um homem de trinta?
-Ho, Zack! nao me ofenda!-brincou ele- voce deveria me ver apos tomar
um banho, sem cinza no cabelo e barba, sem estas roupas folotas de um
velho e carvão em algumas partes do rosto.
Zack não deixou de rir.
-Então eu e o senhor apartir de hoje somos imortais?-Perguntou ele incredulo.
-Eu nao sou a partir de hoje, Zack. Depois le conto tudo desse novo
mundo pra voce. Bem, logo eu saí da casa de meus pais pra morar só nessa
casa, para não correr o risco de morde-los ou ate mata-los.
-O QUE? COMO ASSIM!?- Zack estava pasmo.
-Pois é Zack. Um vampiro, que ê o que somos, tem muitas vamtagens
como; correr super rapido, não se cansar, pular auto, não ter uma só
ruguinha e o melhor de tudo, ter poderes. Mais a maudicao que Drive
havia falado era verdadeira; somos condenados a sobreviver
alimentando-se de sangue.
-Humano!?-assustou-se Zack.
-O humano é o que mais nus atrai, mas eu tomo de animais que caço na mata.
-Ha! como com aquele gato-do-mato de quando eu era pequeno! nunca me
esqueci daquilo porque foi muito intigrante o senhor pedir segredo por
ter observado a raça de um animal-riu-se Zack
Mais Detalhes
-Essa vontade de provar sangue humano é so no inicio. Eu ja aprendi me controlar e só beber de animais.
-E como adivinhou que poderia atacar humanos se nem sonhava que vampiros bebem sangue?
-Ora Zack, pela vontade. É Triste dizer mais mordi um garoto na mesma manhã.
-Eu nao acredito! ele morreu?
-Nao, sobreviveu, Zack, e eu ja tinha até planos de ir embora de
Phoenix esta cemana, se nao fosse por voce eu iria, mas voce nao deveria
passar por tantas duvidas como eu passei, e vou adiar minha ida ate
voce ficar controlado e ciente de tudo que um vampiro tem e é.
-Obrigado tio. Mas porque o senhor vai embora?
-Porque ja fazem vinte anos que nao envelheço! estão prestes a me
descobrir. E se me lavem para um museu depois de retirar todo meu sangue
para exames ou para dar imortalidade á muitos, que transformariam o
mundo inteiro em imortal?
-Pois é. E quanto a meu pai?
-Vou ter que dar um geito dele aceitar você passar uns dias aqui em casa.
-E esta corceira em minha garganta? não resolve com água não?
-Não. Mas eu tenho uns colheos num antigo galinheiro, vamos lá.
Ao chegarem fora já era noite, Mike deu uma carreira vampira, Zack ainda se assustou.
-Vamos tente! pense em estar aqui e corra!- Gritou Mike la do fundo do sítio. Zack tentou. Achou íncrivel correr tão leve.
Mike parou e deu um salto que ultrapassou as grandes árvores do
sitio e em seguida mandava-o tentar, Zack foi curtindo a senssao ate
chegar no galinheiro. Ele quiz afastar uma pedra do caminho, mas a pedra
obedeceu o movimento de suas mãos.
-Era nisso que eu estava pensando, Zack! Ja descobriu um poder!
Zack estava maravilhado, pensava só podia ser um sonho.
-Como assim 'um poder'? e quantos sao ao total?- Perguntou Zack curioso.
-Não sei. Eu so descobri um em mim.
-Qual?
-Se eu olhar nos olhos de alguem profundamente posso saber o que estar pensando.
-Nossa! como descobriu?
-Dois anos depois da minha transformacao me apaixonei por Valéria, uma garota, humana. Entao namoramos por alguns meses e...
-E você ja era tao seguro suficiente de namorar?
-Acho que o amor é mais forte que a vontade. Entao estavamos prestes a
casar quando a notei muito estranha, olhei fundo em seus olhos e quando
ia perguntar-lhe o que ouve vi estava apaixonada por outro homem.
-E o que fez?
-Terminei com ela, foi dificil suporta-la me chamar de vadio e que
estava apaixonado por outra, eu sabendo que ela estava mentindo. Senti
vontade de sugar ate a ultima gota do sangue do homem, mas consegui
sustentar. Bem, chega de comversas vamos comer!
-Beber!-corrigiu Zack- vamos!
Eles pularam a tela do galinheiro.
CAROLINA HAVEN
A Nova Vida
A Lagrima no Túmulo
Era o ano de 1901, de tarde no cimitério de Phoenix. A garota
Carolina Haven, ela aparentava ter dezesete anos estava vizitando o
tulmo do seu falecido tio 'Joao Jovalho Mistro de Laivry', ela havia
faltado a cerimônia do enterro dele na tarde do dia anterior, pois havia
se mudado para o Mexico e mesmo vindo o mais rapido possivel só pôde
chegara Phoenix no outro dia, ela iria passar a morar em Phoenix apartir
daquele dia, na fazenda de sua amiga Cristianne Mcphersom.
Ela estava de vestido preto e chapéu branco, seus longos cabelos
louros que voavam com o vento destacavam nas vestes, na sua mão um buquê
de rozas amarelas que logo lancou-as na terra do tulmulo. Seu rosto
demostrava tristesa e ela olhava solenemente o tulmulo. Ela passou a
imaginar como seria nunca mais ver um ente querido, este sentimento fez
com que uma lagrima caisse sobre a terra do tulmulo. Ela estancou o
choro, reparou que a terra do enterro do caixao afundava como se algo
oco embaixo da terra passasse a ser preenchido. Ela franzio a texta e
ficou a observar. O movimento continuou, se nao fosse alguem tao
corajosa quanto ela ja havia saido correndo. Derrepente o movimento
tornou-se mais agressivo e uma mão masculina subiu da terra, ela deu um
solavanco e tentou correr mais tropecou e caiu para traz. Caida pode ver
a mao se apoiar facilmente ate a cabeca de seu tio Jovalho sair do
tulmulo. Carolina boqueaberta poi-se correu desesperada pelas ruas do
cimiterio. Ela parou derrepente pois Jovalho apareceu em sua frente.
-Me deixe em paz!-gritou ela-voce estar morto!
-Eu nao estou morto, estou louco por sangue...-sussurou ele.
Ela tentava correr mas o tio sempre a empedia.
-Eu sou sua sobrinha!- gritava ela.
-Apois tome um gole disto!-ofereceu ele o Provip.
-O que é isto?-gritou ela ao pegar o potinho.
-Beba logo!-Gritava ele.
Ela bebeu gole que o deixou meio e o fexou. Instantaniamente Joao avancou em seu pescosso e tomou todo seu sangue.
Ele olhou para os lados e arrastou o corpo de Carolina sem esforsso
até seu tulmulo. Retirou a areia e a pos dento do caixao. Logo apos
fexar e enterrar olhou para a saida e correu rapidamente.
A Nova Carolina
Passaram se apenas seis horas e Carolina despertou-se no escuro. A
transformação dela foi muito rapida pois seu corpo não tinha sangue para
ser exterminado. Ela era muito inteligente; notou que estava dentro de
um caixao, mas agiu com cauma e resolveu pensar no que achava que havia
acontecido apos seu tio mata-la.
Logo concluiu que o liquido que bebeu de Jovalho fazia sobreviver
mesmo sem sangue no corpo. Ela empurrou facilmente o caixao e saiu,
sentiu estar em uma camada de terra, mas que nao le machucava, procurou a
superficie com as maos e logo encontrou. Logo saiu, ja era noite. Ela
estava estranha, se sentindo muito leve, como uma boneca de pano,
espanou o vestido e correu para saída. Ela quase enlouqueceu com o que
havia acontecido; via a noite como um dia e correu rapidamente fazendo
Ss ate a saida sem bater em nenhum tulmulo.
Ela tinha gostado da sensasao, chegou a imaginar ter morrido.
La fora tinha uma senhora, provavelmente a zeladora, ela se atriu em
ir até la, ela achava que iria pidir imformacoes, como a hora. Mas nao
era aquilo que seu corpo queria, para o maior terror de carolina, ela
queria o sangue da pobre senhora, ela passou a respirar fundo.
-Desculp...-Ela tentou afastar-se mais foi tarde de mais e avacou no pescosso da senhora.
O Que Sou
O corpo da mulher caiu no chao, seu pescoso ensanguentado. Carolina
sentiu que o efeito do sangue em sua garganta e seu corpo era
revigorante e eletrizante, seu corpo parecia agradecer.
Seus labios estavam ensanguentadose suas vestes tambem; ela tinha que
arranjar roupas limpas. Ela Teria que ir na casa de sua tia Emma, onde
havia deixado suas malas para morar em Phonix. Ela passou a pensar se
talvez tivessem roupas estendidas ao redor da casa, pois sua tia
constumava pô-las pra secar durante a noite, e ela disse que iria
lava-las. Derrepente ela teve como uma visao; via a casa, estava com
roupas estendidas como ela pensara, mas comformou-se como um
sexto-sentido. Ela nao sabia o que tinha acontecido mas como queria te
provas se aquilo era verdade descidiu ir la e comferir. Foi até o outro
lado da pista da frente do cimitério e pulou a cerca farpada. Correu
pelos campos que o capim curvava com o vento. Ela sentia o vento bater
em seu rosto mas nao sentia frio.
Logo que chegou na frente da casa de Emma se surpriendeu; estava
exatamente como ela a via visto. "Sera que tenho poderes?" imaginou ela
num tom duvidoso e contente.
Apanhou um dos seus vestidos e se trocou, pegou alguns por fora para
quando precisase e jogou o que usava pra ninguem pensar o pior e correu
para o campo novamente.
Agora alimentada e de roupas limpas ela estava pronta pra cumprir o
que estava pensando: vizitar o velho Thomas Hector, um idoso,
ex-professor de historia, que conheceu quando morava em Phoenix, dono de
uma biblioteca central, muito sabio e bondozo. Carolina queria se
arriscar a investigar o que ele sabia sobre humanos que desejam sangue.
Ela so teve uma duvida; nao sabia se ele ainda tinha a biblioteca ou
mesmo se ja havia falecido pois so o vira quando fazia o estudo
fundamental e o consultava com duvidas escolares ou nescessidade de
livro. Derrepente vio uma sala antiga e mal iluminada por velas e
lampioes, com filas enormes de livros bem oraganizados, logo lembrou:
era a bliblioteca de Hector. Ela agora tinha certeza de que ele estava
vivo, e provavelmente em sua biblioteca, pois esta vizao foi igual a da
casa de sua tia e nao estava errada. Ela voltou a correr, mas agora em
direcao do centro de Phoenix, do lado esquerdo.
Thomas Hector
Carolina chegou nas ruas de Phoenix, ela ainda lembrava
perfeitamente do local da biblioteca do Thomas Hector. Nas ruas pessoas
passeavam e carrros ainda tranzitavam. Ela fez o maximo pra nao ser
reparada por ninguem ate chegar na blibioteca.
Logo que entrou, viu que a cena que havia visto no campo era a mesma
que via agora. A biblioteca estava vazia e Senhor Hector lia um livro
que tampava todo seu rosto ate Carolina o chamar.
-Em que posso ajud... Ha! senhorita Haven, quanto tempo!-saldou o bom velhinho- em que posso ser util? quer um livro?
-Nao, nao senho Hector. Eu so presciso de um assunto para um trabalho
que estou realizando e queria saber se o senhor tem alguma imformacao
que me ajude.
-Do que se trata?
-Eu presciso saber se tem alguma imformacao sobre mitos ou mesmo
realidade que existem seres humanos que costumam alimentar-se de sangue.
-Eu so sei apenas de um.-imformou ele apos pensar um pouco- Mas nao
creio que exista, é apenas um mito. Se chamam vampiros. É o resultado de
um feitico, Provip que quer dizer Pro-Vampiro que tornam humanos em
cadaver vivos, ou seja, mortos que voltam a vida, resumindo, imortais
pois o Provip que fexa o corpo de qualquer ferimento ou sicatriz, dizem
que um vampiro nao contem nem mesmo espinhas e o corpo é imune a cortes
pois apesar de nem centirem o ferimento some logo.
"O Provip é como um veneno que se aloja no coracao e provoca fortes
vontades ao ser de alimentar-se de sangue, animal ou mesmo humano e
absorve-o em media de vinte e quatro horas apos a alimentacao, mas
tambem depende da quantidade, pois o sangue prenche suas veias vazias e
devolve cor natural do corpo, pois com as veias vazias o individuo fica
palido, naturalmente."
Mais Ajudas de Hector
"Um vampiro apesar de estar morto tem conciencia, tato, paladar e
vizao naturalmente. Eles ficam da mesma estrutura que morreram; cabelos
nao crescem ou muda de cor, nem dentes ou unhas. Uma das vantages de um
vampiro é que ele se sente leve e nao se cansa e so dorme quando quer
corre rapidamente, como se chegassem a um lugar somente ao pensar, vêem a
noite como se estivesse com um contastre, quase como um dia, farejam
muito bem as presas, tem uma flexbilidade que é capaz de dar um salto de
até cinco metros de altura e teem forca incansavel. E o mais destacante
de todos é que eles tem poderes sobrenaturais,-Carolina sentiu uma
adrenalina naquele momento- nao se sabe a quantidade exata, muitos so
tem dois e muitos apenas um, eu acho que todos tem dois, mas os que so
tem um é porque ainda não descobriu o segundo"
"Afirmam que um vampiro pode ser destruido com o fogo. Um humano
tambem pode ser criado com o sangue de um vampiro. Bem, acho que é tudo
que sei!-comcluiu Hector.
-Foi bastante-comfirmou Carolina-Eu tomei nota de tudo, muito obrigado.
-Como?-Surpriendeu-se Thomas Hector pois Carolina nao tinha nada em maos.
Carolina deu um sorrisinho e apontou a mente, e logo após saiu. Ela
tinha ficado feliz por nao sentir vontade do sangue de Hector, ou era
porque ja estava se controlando ou seu corpo ja estava bem preenchido
suficientemente de sangue.
DIAS ATUAIS
Zack e Carolina
Zack
Zack Peter Mcphersom tem dezesete anos, nasceu no dia quinze de
novembro de 1913, na cidade de Phoenix. Tem os cabelos lisos e um tanto
cacheados que cobrem toda sua nuca numa mistura de castanhos escuros
entre outros caramelados, partidos ao meio. Seus olhos sao castanhos
escuros, abaixo de sebrencelhas pretas e bem retas. Sua pele é de cor
caramelada como alguns fios de cabelo, sua estrutura é média e o físico
um pouco magro.
Ele adora usar caucas jeans bem justas de cores escuras como pretas e
azus escuras, blusas de cores claras e sem enfeites, com gola ou sem
gola, com mangas longas ou curtas, tambem muitas vezes usa camisetas,
xadrez, abertas sobre as camisetas, nao gosta de bonés e todos seus
tenis brancos; assim é seu estilo.
Ele mora em Las Vegas, desde que abandou a fazenda de seu pai,
quando ele faleceu e usou parte de sua heranca comprando um carro e uma
casa ao lado da casa de uma grande amiga, Carolina Haven, que conheceu
por e-mail, a arrumou um emprego numa pizzaria bem proxima.
Carolina
Carolina Mercedes Haven, nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1884, em Phoenix.
Ela é uma jovem de dezessete anos, sua aparência fisica é muito
bela; Pele branca, cabelos muito lisos, grandes até a cintura e negros.
Seus olhos são negros como o cabelo e as sebrancelhas, e seu semblante
tem um destaque elerizante.
Ela adora usar vestidos, nao longos. Em casa sempre com simples,
finos e de cores claras, no seu trabalho de banquária é obrigada a usar a
farda que odeia, que é um bleiser e uma cauca preta. Em ocasioes
'emportantes' usa vestidos de cores escuras e bem modelados, com
tamancos altos. Não gosta de usar prendedores de cabelo ou se maquiar
esageradamente; apenas um batom bem vermelho estar perfeito. Após ter
passado dez anos fora de Phoenix, por conta de sua transformacao, voltou
para morar com sua amiga Catharinna Mcphersom, e três anos mudou-se
para Las Vegas após a morte de Catharinna ao ter o primeiro filho, Zack
Mcphersom.
Grandes Amigos
Ao Zack e Carolina conhecerem-se tornaram-se grandes amigos e
vizinhos, cada um contou e exclareceu sua historia, e quase sempre apos
seus trabalhos se encontravam e comversavam muito, sobre a vida de
vampiro, o trabalho ou os sangues de coelhos. Tanto Zack quanto Carolina
se amavam como irmaos pois eles eram os unicos "familiares" de uma
mesma vida, eles eram os unicos que podiam se abrir e contar sobre seu
passado e vida, a nenhum humano poderiam contar que nasceu cem ou mais
anos atraz, ou que eram vampiros e imortais. Iriam acabar presos num
manicônio ou letreiro de 'grande descoberta' em pecas de museu. Mike era
a única familia de Zack, mas ele nao fazia ideia de aonde estava desde
partir de Phoenix, sabia que o tio cuidava-se muito bem e em algum dia
veriam-se novamente. Zack trabalhava dias alternos e variados na semana,
das nove horas da manha ate dez da noite. Carolina trabalhava os quatro
primeiros dias da semana e saía de casa de seis da manha e retornava as
cinco da tarde.
Ambos ganhavam salario comercial e quase todo fim de semana faziam
compras de roupas e objetos e iam ao supermecado central, onde gastavam
muito pouco em apenas produltos de limpesa como perfumes, desinfetantes,
escovas de dentes com pastas, vassouras e etc.
Eles nao viviam a vida tristes pois tinham um lar, um emprego (ou seja um passa-tempo e diversao) e compahia.
Um Cliente Inesperado
Zack estava mais uma vez na pizzaria Sto Mungus, meio dia, a hora em
que a pizzaria mais lotava. Ele tinha acabado de atender uma mesa e
partiu pra outra em que tinha um homem que aparentava ter uns quarenta
anos, um pouco gordo de barba grande e branca. Estava ao lado de uma
mulher morena-clara de cabelos grisalhos e cacheados, magra e um
semblante muito sem vida e sêco. Mas quando levou o cardápio para eles
se assustou.
-Tudo bem?-perguntou o homem ao notar sua mudanca de feicão.
-Joao Jovalho?!-perguntou ele ao se lembrar de uma fotografia em preto e branco que Carolina havia Le mostrado.
-Quem é você? como sabe meu nome?-Adimirou-se ele.
-Não, nada!- comformou-lhe Zack, mas ele nao se satisfez.
-Como é seu nome?-perguntou ele rapidamente.
-Zack Mcphersom.-Respondeu ele sem nem pensar duas vezes.
-Ha!-riu ele- entao você é familia do Mike! como estar vivo? nao era pra ter quase cem anos?
-E voce? nao era pra ter quase cento e cinquenta?-Retrucou Zack.
-Nao! eu nao estou achando ruim, é otmo ter mais um no bando!
-Entao se quer tanta gente no bando porque nao sai douando seu sangue pra todo mundo?
-Isso eu e voce podemos fazer, mas é especial ter mais alguem daquela época!
-Ah! é por isso que matou sua sobrinha?
-Entao ela estar com voce? porque nao marcamos um dia pra nus encontrarmos!
-Eu nao moro com ela, so sou seu amigo, diferente de voce que a fez virar vampira e a abandonou.
-Calma, eu posso exclarecer tudo, basta voce marcar o dia e eu conto toda minha historia e vocês a sua.
-Tudo bem, amanha a noite no Gril do Noberty da esquina.
-Otmo!-Gostou ele- agora traga uma cerveja.
-Uma cerveja?- Zack nao entendeu poque um vampiro vinha numa pizzaria tomar cerveja.
-É, Zack, algo pra variar. E acho que nao da cirrose em vampiros nao
é? tambem nao poderia pedir dois copos de sangue não é?-explicou ele
rindo.
Zack pensou no que Jovalho havia falado 'dois copos de sangue'. Entao
Bonerges tambem era vampira, por isto estava viva. Ele virou-se e foi
providenciar a cerveja.
A Noticia
Zack trabalhou ate as dez horas da noite, quando a pizzaria
filnalmente foi fexada. Se nao fosse Joao Jovalho para deixa-lo
preocupado e louco pra contar a Carolina, ele podia dizer que o dia foi
otmo.
Ao entrar no seu Fox preto, foi o caminho inteiro pensando em Joao e
Bonerges; seria verdade que estava alegre por ter mais vampiros ou
queria a imortalidade apenas pra eles?
Ele viu a rua Agatah Chrirtie, la no finzinho estavam suas casas: A
de Zack de primeira andar e ceramicas pretas entre brancas cobriam toda
frente do apartamento e a da Carolina era bem maior que a de Zack (na
largura), ela tinha um jardin bem colorido e pra chegar ate na casa
passava-se por um caminhosinho de pedras.
Desceu do carro e foi logo chamando-a.
-Que foi?-perguntou ela pela janela- pra que tanto vechame?
-Sabe daquela foto que voce me mostrou?
-A do meu tio Joao Jovalho? -ela perguntou curiosa abrindo a porta.- Entra.
-Eu o vi hoje na pizzaria.
-O que? voce tem certeza?
-Claro. Ele mesmo se assumiu, estava ate com a Bonerges, notei pela
feicao, ate nus chamou para uma comversa no grill do Noberty amanha,
pra exclipicar 'porque abandonou a sobrinha' apos ter lhe dado uma vida
anormal.- Falou ele com ar zombeteiro sentando-se no sofa beje da
Carolina.
-Mais que mascarado!-gritou Carolina.
-Eu sei. É claro que nao vamos mas...
-É claro que vamos!-garantiu ela.- eu ainda quero ver o que aquele
inutil tem a explicar, so pra eu esfregar em sua cara a verdade.
-Tudo bem.-Zack concordou quando ela ja estava mais calma- voce ja havia rastreado sua localidade alguma vez?
-So em 1901, dois dias depois de minha transformacao.
-E onde ele estava?
-No cimiterio de Phoenix, acho que morou la por uns dias.
-Dava pra rastreia-lo agora?
-Claro.- Carolina pos as maos na mente e apertou os olhos.- Estar em
uma casa velha aqui em Las Vegas.- respondeu ela em munultos.
Eles se despediram combinados de ir no grill juntos no dia seguinte.
No Grill Noberty
No outro dia de noite, Carolina chegou na casa de Zack e o esperou terminar de se arrumar e sairam em direcao do Fox preto.
-Nossa, voce é bela, mas hoje estar maravilhosa!- Zack observou, ela
estava com um vestido caprixoso. -Quer estar tao linda assim pra seu
tio?
-Nao é pro meu tio.- garantiu ela.
-Entao é pra mim?
-Você acha?
-So nao acho que é pra Bonerges.
Eles foram rindo até o carro.
Minultos depois chegaram á frente do Grill, logo que entraram viram
uma das mesas em que o Jovalho e Bonerges estavam sentados, com apenas
uma vazia. Ao Jovalho ver a sobrinha deu um sorrisinho e puxou mais uma
cadeira de uma mesa vazia ao lado.
-Boa noite.- Saldou Jovalho em nome de si e de Bonerges que não abria a boca.
Ele pediu uma bebida pra cada um, nem Carolina recusou pois o alcool nem fazia mas mal para seu estomago, nem a embebedava.
Jovalho pediu que antes eles contassem primeiro como se tornaram vampiros e como viveram até agora.
-O poder dela é magnifico, nao é Bonerges?- Observou Jovalho ao Carolina contar sua historia.
-Entao o Mike tambem tornou-se vampiro e provavelmente estar vivo.- Jovalho comentou quando Zack acabou a sua.
E so depois iniciou a sua.
JOAO JOVALHO
O Feitico Provip
Joao e Bonerges
Era inicio de noite, no ano 1889, em Phoenix. Em uma casa no sitio
da familia Maklood, numa pequena escada de barro dois jovens de
aparentemente vinte anos conversavam amorosamente. Eles eram Joao
Jovalho e Bonerges Maklood.
-Qual é seu maior sonho senhorita Bonerges?- Perguntou Jovalho educadamente.
-Amorosamente me casar com voce e fisicamente ser a maior bruxa dos Estados Unidos ou mesmo do mundo.
-Nossa! e eu adoraria apenas viver com voce para sempre...-informou
ele amorosamente.- Pena que nao existe feitico que deixe humanos
imortais...
-Existe um unico. Mas bruxa alguma na face da terra teve corajem de
exculta-lo.- Disse Bonerges ao se encantar com as belas palavras
deomissos
Joao percebeu que a mulher nao voutou mais, e logo soube; ela havia
morrido e o Provip estava concluido. Logo denunciou a morte de sua
mulher como ataque cardiaco e exigio seu enterro o quanto antes de
anoitecer. Logo de manha, tomou um meio gole do Provip e se enforcou,
dando berros para todos vizinhos escultarem e enterrarem-no em 24 horas.
Tudo deu certo para jovalho pois na manha do proximo dia Jovalho
despertou num caixao, e ao se desenterrar e sair acabou atacando a sua
propria sobrinha que visitava seu tumulo, deu-lhe Provip e em seguida a
matou saciando sua sede de sangue. No proximo dia passou a realizar o
ritual para ressulssitar Bonerges. Ele percebeu que conseguia ver seu
corpo atravez do tumulo. Dessenterrou-a e a arrodou-a de velas apagadas e
passou a envocar seu espirito para retornar a seu corpo. O ritual durou
a noite enteira, e cada vela que se acendia era uma dor que dava em
todo corpo de Jovalho, como um chock. Até que finalmente todas as velas
acenderam-se e Bonerges voltou.
-Voltei nao foi?- maravilhou-se ela- sabia que voce faria...
-Conseguimos Bonerges, nossos sonhos foram realizados! vamos viver juntos para sempre! valeu a pena!
-Pois é.-Comfirmou ela feliz.-Cadê o Provip? Ainda vou ter que morrer mais uma vez...
Jovalho procurou em toda sua roupa mas nao encontrou. "Carolina..." imaginou ele.
-Nao acredito! voce o perdeu?- gritou Bonerges.
-Eu havia guardado no bolso antes de se matar, mas acho que retiraram-no antes de me por no caixao!-mentiu ele.
-Olha onde voce foi guarda-lo! é claro que iam le examinar pra tirar
dinheiro ou otros objetos! mandei você por naquele lugar, la era mais
seguro e ninguem mexeria!
-Estar falando da sunga? eu peguei esse terno em casa escondidamente, poque estava totalmente sem roupas!-mentiu ele novamente.
-Me de seu braco!-Bonerges o cortou e em seguida lambeu o sangue que escorria.
-Tambem funiciona assim?! que alivio!- falou Jovalho feliz.
Bonerges gritou algo como 'Morte Mortiferos Bonerges' e apos um grito caiu morta.
No outrodia Bonerges despertou. Ela agora estava de bom humor. Eles
comentaram a sensasao que sentiam, era maravilhosa. Em seguida pegaram
nas maos e correram decidido a irem para bem longe de Phoenix.
Comentarios
-A Bonerges ja descobriu algum poder?- perguntou Carolina.
-Eu nao sei dicirnir bem entre magia e poderes, mas acho que passou a
flutuar no ar quando quer. Acho que é um poder.- Disse Jovalho
-Entao seu poder é ver atravez de paredes?- Perguntou Carolina.
-É. Mas tambem descobri que me transformo em um animal, mas não vou dizer...
-E em que voce e a Bonerges trabalham?-perguntou Zack ao reparar terem dinheiro.
-Nao trabalhamos, durante toda minha vida de casado e solteiro,
juntei dinheiro. Hoje em dia ele estar bem guardado em um banco e usamos
pouquissimo, apenas em vestes e caucados.
Ja eram quaze onze horas quando vieram acabar as perguntas e comentarios.
-Bem, -falou Jovalho- agora que todos nós ja acabamos com nossas
duvidas, eu e minha mulher ja estamos de saída. Espero que sejamos
colegas.- pronunciou ele apos pagar as bebidas.
Zack apertou a mão de Jovalho e Carolina a de Bonerges.
-Nos tambem ja vamos.- avisou Zack e logo sairam do bar.
No carro Zack comentava muitas coisas com Carolina, mas ela so dava
respostas vagas. Zack estranhou pois ela era bem mais eletrica e
comversadeira do que ele.
-O que houve, Carol?-Perguntou ele parando o carro ja em frente as suas casas.
-É que achei algo bem estranho quando a Bonerges me tocou. Eu senti como uma leve tontura.
-Ha! nao ligue, mao de bruxas sao assim mesmo, uma certa energia!- explicou ele sorrindo.
-Deve ser isto mesmo!-se comformou Carolina tambem rindo.-bem, eu ja
vou indo. Boa noite, Zack.- Ela o beijou na bochecha, saiu do carro e se
diricionou pra sua casa. Logo apos Zack tambem desceu e passou a noite
enteira pensando naquele beijo.
A Suspeita
Zack estava deitado em sua cama numa manhã de sabado. Ele pensava
sobre Joao Jovalho e sua história, quando derrepente deu um salto e caiu
em pé, correu como um foguete ate a porta, abriu-a e correu em direcão
da casa de Carolina.
-Carol, Carol!- Ele gritou em sua janela.
-Nao devia correr assim!-reclamou ela- se algum humano visse voce?!
-Da proxima tenho mais cuidado!- garantiu ele.
-Porque voce veio aqui?
-Tive um palpite muito desagradavel. Vou le contar, afaste-se pra eu pular a janela!
-O que acabamos de descutir!? os humanos, Zack. Aguarde que eu abro a porta.
-Entra-comvidou ela em dois segundos.
Ele logo se acomodou so sofazinho beje da Carolina, que ele adorava e comecou a falar.
-Eu estava pensando em quando vi Jovalho pela primeira vez. E me alarmei com duas coisas sem sentido.
-O que?
-Quando eu Le disse meu nome e sobrenome ele logo ele perguntou o que
eu era de Mike. Agora me responda, como ele adivinhou que Mike era
minha familia? Sera que ja sabia que ele era um vampiro? e se ele tiver
em perigo?
-Calma, Zack. Eu era amiga de sua mae, quem sabe ele a conhecia, incluindo o irmao...
-Nao, espere! e na quinta, no Grill, apos eu contar minha historia,
ele logo comentou algo como "Ha! entao ele provavelmente estar pelo
mundo". Porque ele gostou da noticia? pra contar pra alguem?
-Calma, Zack. Nao pense o pior. Mas realmente voce tem razao... o que voce pretende?
-Queria ir atraz dele pra perguntar se sabe sobre o Max, o Maicon ou o Drive.
-Eu acho bom primeiro conferir se ele ainda estar vivo, pois
provavelmente se eles ja tiverem o encontrado concerteza o mataram,
suspeitando que ele crie um grupo para ajuda-lo a vimgar-se deles. Você
nao tem um fotografia dele?
-Tenho uma dele comigo que papai mandou tirar no meu aniversario de quinze anos...
-Cerve, va busca-la.
Zack correu em casa e adentrou seu quarto, procurou uma maleta
enferrujada em que tinha uma espingarda bem atinga, um pá de pequeninas
botas de couro; foram presentes de seu tiu, e ele guardava-os como ouro e
junto estava a fotografia que ele procurava. Logo que achou, a pegou e
correu devolta para casa de Carolina.
-Aqui estar!- falou ele entregando a foto.
Ela a observou um pouco e em seguida fexou os olhos. Depois de um minulto ela pois-se a rir como uma crise.
-Carol!, Carol!-gritava Zack- para com isso!
-Sabe onde ele estar?- perguntou ela em meio a risos.
-Onde?- perguntou ele curioso.
-Em Santa Catarina, no Brasil!
-Ha!- Zack tambem riu.- assim nao fica facil de acharem!
-Ao menos estar seguro- assegurou Carolina.
-Pois é, mas mesmo assim ainda vou ver o Jovalho.
-Agora?- Gritou ela.
-Nao. Talvez amanha.
-Acho eu devo ir, senao voce vai ter que rodar todo os EUA!- Brincou ela referindo-se a suas vizoes de localizao.
O Erro
O Domingo amaheceu, Zack foi a cozinha e tomou sangue de lebres que havia cacado na noite passada.
Ele pegou o celular e procurou o numero de Carolina.
-Carol, vamos atraz do João Jovalho agora?
-Vamos. Eu me arrumo e já vou aí.
Zack tambem trocou de roupas ate Carolina chegar. Logo ja estavam no
Fox de Zack. Carolina dirigia pois ia conduzir até a casa velha que ela
via.
-Seria muito melhor se fossemos atrás do Mike. Quem sabe ele tem ou sabe onde tem uma foto de um deles?-sugeriu Carolina.
-Ir ao Brasil?- se admirou Zack.-e voce acha mesmo que ele se interessaria em ter ou saber de fotos de seus assinos e traidores?
-Tem razao, acho que nao. -ela se comformou.
-Voce sabe onde fica essa casa velha mesmo?-Perguntou ele porque ja estavam na pista a mais de meia hora.
-É claro que sei, eu passei por la quando corria pelos campos, ela estava bem mais nova mais é a mesma.
-Á mais de cento e quarenta anos e á noite.- Zombou Zack.
-Pra seu governo, eu tenho uma memoria perfeita. E nao sabia que pra
um vampiro a noite é como um dia? Mas se acha que a encontra mais
rapido, venha dirigir- falou ela Zangada parando o carro.
-Nao, nao. Eu acredito em voce, ficou bem claro que fui um tolo em nao confiar em voce. Pode continuar.
Eles caminharam mais alguns minultos até Carolina parar o carro no
encostamento, em frente ao cimitério de Phoenix. Carolina ultrapassou a
cerca de um campo de milho. Ela correu para entre eles e Zack a seguiu,
ate chegarem em um campo que tinha uma bela casa, ele ate imaginou ser
aquela mas eles continuaram correndo alguns segundos ate que Zack
avistou a casinha velha.
Chegaram la chamaram-no. Apos chamarem varias vezes e ninguem vir,
arrodearam a casa e repararam a porta da cozinha entreaberta. Eles
entraram e confiriram toda a casa mas nao havia ninguem.
-Eu vou confirir aonde estao, talvez sairam pra caçar.- Carolina fez o
procedimento de comferencia e logo abriu os olhos assustada- Eu so vejo
esta casa!
-Entao, o poder do Jovalho deve ser invisibilidade...-falou Zack apos pensar um pouco.- Ou talvez poderes da bruxa.
-Nao pode ser!-exclamou ela- e estes moveis antigos e enpoeirados?
Pelo geito nao sentam neste sofa a anos!-ela apontou um sofa velho.
Eles ficaram muito comfusos. Ate que Carolina fez cara de quem descobriu o assassino do presidente.
-JA SEI!-gritou ela- Aqueles traidores realmente nao sao nossos
amigos! naquela noite quando a Bonerges tocou minha mao e senti uma leve
tontura, era alguma magia que bloqueava de rastrea-los!
-Isso mesmo!-comfirmou Zack- lembra quando ele admirou seu poder para Bonerges!?
-E tambem comentou sobre Mike, quem sabe a bruxa é amiga do bruxo e seus companheiros? talvez agora ele corra perigo.
Max, Maicon e Drive
Era quase noite. Jovallho e Bonerges caminhavam por um campo de
gramas altas e ao redor so tinha grandes avores. Eles pareciam ir a um
encontro.
-Até que enfim...-falou Jovalho secamente quando Maicon, Max e Drive apareceram no campo num estanco de uma carreira.
-Recebei uma mensagem da Bonerges.- Disse o bruxo Drive.- Ela pediu
pra nus encontrarmos aqui. Disse que eramos colegas e tinha algo
importante pra nus dizer.
-Eu estou sabendo. Na verdade sou eu que tenho um recado.
-Antes, Senhor Jovalho- perguntou Maicon- como soube de nós?
-É por isso que estamos aqui, foi um Mcphersom.
-Mike?-admirou-se Max.- Eu nao disse pai, que tava faltando um pouco, ele havia suspeitado!
-O Mike estar vivo, nao sei onde.
-E Como falou com ele?- Perguntou Maicon.
-Falei com o sobrinho dele, Zack Mcphersom.
-Ha, nao! estar formando um grupo obviamente pra se vingar de nós.- Murmurou Mike.
-Entao foi ele que o contou de nós, que o tiu o contou?
-Foi.-Respondeu Jovalho.
-Ha nao! entao é verdade!- Falou Maicon.
-É claro que é.- Comfirmou Jovalho.
-E porque estar nus contando?- Quis saber Drive.
-Porque os metidos estao com minha sobrinha, Carolina, que a fiz vampira.
-A Haven ta viva?!- Surpriendeu-se Max que era louco por ela.
-Entao eu e minha mulher vamos lhes ajudar a destruir-lhes.
-Otmo. Muito obrigado, senhor Jovalho- Drive agradeceu.
Uma Descoberta
Carolina estava em casa, em sua cama, ela parecia fazer algo muito
emportante. Ela usava uma caneta que riscava em um carderninho, de olhos
fexados. Depois de alguns minultos os obriu e e ligou pra Zack muito
avechada.
-Zack venha aqui AGORA.- ela ordenou e logo desligou.
Logo que Zack chegou ela puxou-o para seu quarto.
-Consegui o numero de seu tiu Mike, em uma vizao, de sua casa no
hotel. Estava 'Meu numero' em uma lista telefonica ao lado de seu
telefone, me esforcei e consegui anotar no papel.
-Que otimo! - gritou Zack dando- um forte abraço.
-Eu sujiro que voce ligue e chame-o pra vir ate aqui para
conversarmos. Nos pagamos sua vinda e volta. Quem sabe tudo se acerta e
ele vai morar com você?
-Perfeitas Carol! voce e suas ideias!- Elogiou Zack felizissimo.
Ele digitou os numeros no seu celular e pos do no ouvido.
-Estar chamando- ele logo informou a Carolina.- Oi tiu Mike!
-Zack? é voce?!- admirou-se ele do outro lado da linha.- Como você esta? e como descobriu meu numero?
-Bem, eu explico tudo quando voce chegar aqui.
-Aí? e eu vou ai aonde?
-Em Las Vegas. Voce tem que vim aqui eu envio a passagem por correio porque eu tenho muito que le contar.
-Sobre o que?-ele interrogou.
-Sobre Joao Jovalho, Bonerges, Max, Maicon e Drive.
-O que? eles estao ai?
-Nao. Nao sabemos onde. Mas voce tem que vim aqui. Ok?
-Certo. Mas como voce conseguiu um numero de outro paiz?
-Com a ajuda de uma grande amiga que teve poder de achar sua casa por uma fotografia.
-Uma bruxa?
-Nao, uma vampira. Quando você chegar aqui vai ficar mais informado que jornalista. Te aguardo!
-Espere! eu se onde vocês acham uma fotografia do max e do Maicon, no cimitério de Phoenix.
-Pode mesmo!
Zack desligou o celular. E fez cara de assustado.
-Voce nao erra nunca? o Mike realmente sabia onde tinha uma fotografia do Max!
Ela piscou um olho.
-Quem sabe nao é um segundo poder? Eu vou ao cimitério de Phoenix- falou ele se levantando- Voce vem pra eu nao errar de tumulo?
A Comferencia
Jovalho, Bonerges, Max, Maincon e Drive estavam no meio de uma mata,
em Las Vegas. Eles pretendiam envestigar tudo muito bem até atacar.
-Antes precisamos verificar a casa de Zack.- falou Drive- Você sabe onde é Joao?
-Nao. É melhor um de nos irmos hoje na pizzaria St Mungus e perguntar
onde mora. Eu costumava ir apenas nos domingos e acho que ele nao
trabalha neste dia pois nunca havia visto ele lá.
-Eu vou.-ofereceu-se Max- porque aparento ter sua idade e digo que sou um amigo que veio vizita-lo.
-Otimo.-concordou Joao Jovalho.
Uma hora depois Max voltou com respostas.
-O dono da pizzaria disse que ele mora aqui em Las Vegas, numa rua chamada Agatah Cristhie, numero 1231.
-Bom, faremos a festinha quando?-perguntou Drive com um sorrisinho de quem ja havia pensado em tudo.
-De madrugada pelas trez horas. É a hora em que todos de Las Vegas
estao durmindo. No inicio da noite eu e Bonerges vamos conferir se o
Mike estar com eles realmente. Tem que ser nos porque a Bonerges
bloqueou que Carolina nus rastreasse e eu uso meu poder pra ver sobre as
paredes, tudo certo?
-Certo.- responderam todos eles.
-Acho que ganharemos - gabou-se Max- meu poder é lancar fogo apenas
com um olhar, o Drive ipnotisa e faz furacao, e o papai solta um berro
que quebra qualquer taça e explode qualquer ouvido...
-Max- chamou Drive- nao iremos gritar para acordar toda Las Vegas nem
meu furacao nao vai mata-los e etc, eu ja tenho um otimo plano.
-E Enquanto isso podemos caçar por aqui-falou ele olhando em redor-e
tenho uma velha casa perto daqui para quem quizer se banhar ou se
trocar.
A Chegada de Mike
Zack e Carolina esperaram Mike no aeroporto de Las Vegas até dez
horas da noite até ele finalmente chegar com uma grande maleta.
Ele mal chegou, largou a bolsa no chao e abracou Zack.
-Que saldade. E quem é esta garota, sua amiga?
-É ela mesma.- Disse Zack.-Mike, Carolina. Carolina, Mike- Ele os apresentou.
Eles se abracaram e todos entraram no carro em direcao da casa de Zack.
-Vocês pegaram alguma fotografia?
-Sim.- respondeu Zack- Conseguimos uma de Max Spiors e outra de seu
pai Maicon Spiors. Quando entrarmos Carol o rastreia- Brincou ele.
-E ai tio? já sabe falar muito em português?
-Um bocadinho, ja consigo pegar um taxi, ir ao mercado, fazer compras, pedir uma pizza, pedir um quarto...
-Tudo!- resumiu Zack.- E trabalha em quê?
-Sou professor tecnico em computudor, trabalho numa industria, fiz
oito cursos e por isso me aceitaram na hora e me nomearam como
professor.
-Nossa. Teve que inventar que faz curso desde os dois anos!- riu-se Zack.
-Faz mais de oitenta anos que so tomo sangue de urso polar, da Antartida, o sangue é tao gelado que doi os dentes.- Brincou ele.
-Va buscar as fotografias, Zack- pediu Carolina assim que entraram.
-Nao.- Negou Mike rapidamente- antes quero estar por dentro de tudo,
desde que você conheceu a Carolina ate agora, senao nao vou entender
coisa alguma.
-Tem razao.- apoiou Carolina- conta Zack.
Zack e Mike sentaram-se e iniciou-se a narracao. De vez em quando
Carolina ia ate a cosinha e trazia copos de sangue de lebre para todos. A
historia demorou muito pois Zack teve de contar tambem as historias de
Carolina e Joao Jovalho. So as onze e meia que todas as historias e
perguntas terminaram foi que Zack foi buscar as fotografias de Max e
Maicon.
-Ha, nao!- ela falou depois de rastrear todos dois.- Estao aqui em Las Vegas, naquela casa velha!
-Com Jovalho- advinhou Zack- Mas o que fazem la?
-Sera que me viram chegar?- duvidou Mike.
-Nao sei.- Afirmou Carolina- nem podemos saber se eles estao com mais alguem ou o que pretendem.
A Espionagem
Joao Jovalho observou que ja eram doze horas, e chegara a hora de
espionar a casa de Zack, pra conferir se todos estavam presentes.
Ele foi até a Bonerges que estava no quarto da casa tricotando e a chamou.
Logo chegaram fora e comessaram a correr pelas matas e logo ja
estavam correndo pelas pistas de Phoenix e logo apos nas ruas. Quando
vinha um carro, ou sentiam um humano por perto corriam normalmente.
Assim ate chegar na rua Agatah Cristhie. Bem no fim da rua Jovalho
parou, era a casa 1231. Ele foi até do lado dela acompanhado de Bonerges
e fixou na parede até conseguir ver sobre ela; ali estavam os tres,
conversando. "Perfeito" pensou ele. Quando ja ia saindo reparou em uma
fotografia que eles pareciam comentar, ele foi arrodeando a casa de
forma que conseguiu ver que eram Mike e Maicon.
Ele pensou um pouco e voutou a correr voltando, Bonerges seguiu.
Logo ja chegavam na mata verde novamente, eles chegaram na casa velha, arrodearam e entraram pela porta dos fundos.
-Estao todos juntos.-Anunciou- e parecem que ja suspeitam por causa da esperteza da Carolina.
-Mas eles nao seriam capazes de nus vencerem- disse Maicon. Apartir
de amanha so seremos nós cinco, os unicos vampiros do mundo. Eles sao
apenas tres e nos cinco; dois bruxos e tres vampiros com mega poderes.
Quais sao os poderes deles, Jovalho?
-A Carolina só rastreia, nao ira ajuda-los, Mike ler mente, mas so se
olhar em seus olhos, tambem nao servira. Só Zack que ainda serve; ele
tem poder de levitar.
-Ele nao vai fazer mada- afirmou Drive meio impaciente- eu ja tenho tudo em mente para como acabar com eles.
A Chegada
Carolina foi para casa após ver que nenhum deles saiam da casa velha ate as duas da madrugada.
Zack servia sangue e ficava falando o melhor pra nao deixar Mike nervoso.
-Jovalho pode ter convecido a eles que nos nao pretemdemos vingança, por seguranca de Carolina e...
Alguem bateu na porta fortemente. Zack foi abrir;
-Carolina! o que houve?- perguntou ele ao vela com um rosto muito preocupado.
-Eles veem pra ca!- gritou ela entrando.
-Quem? eles...?- descobriu ele.
-Calma gente.- falou Mike- Zack, vá pra casa da Carolina com ela.
Eles so querem a mim, se voces ficarem aqui, podem se maxucar. Agora!-
Gritou ele ao ver que eles nem se mechiam.
-É claro que nao vamos!- gritou Carolina- Talvez o Jovalho me escute.
-Ninguem sabe se o jovalho vem! voce nao consegue rastrea-lo!
-Vamos ficar aqui sim, Mike.- desta vez afirmou- Zack- nos tiramos
voce de um lugar seguro pra este lugar e nao vamos deixa-los fazer nada
com voce.
-Eles chegaram.- falou Carolina ao comferir.-Estao na porta da cosinha!- ela completou.
-Vamos!- chamou Zack- pela porta da frente, rapido!
Eles correram pra fugir quando ouviram Max destruindo a casa, mas ao
sair tiveram uma surpresa; era uma enboscada, apareceu uma roda de fogo
de cinco metros aos seus redor, empedindo de fugirem, ou voltarem pra
casa.
Sem Saída
Mike segurou firme nos braços de Mike e Carolina que estavam cada um
em seu lado e provocou um salto para ulrapassar o fogo, ao ouvir mas
algo como uma parede de silicone invisivel empatou de fugirem. Eles
cairam no chao e bem a frente poderam ver os cinco; Na frente estava
Joao Jovalho, ao seu lado direito estava Drive e ao esquerdo Max e
Maicon e em cima, flutuando, estava a bruxa Bonerges.
A bola de fogo fexava-se lentamente.
-Incendio!- gritou um humano que passava pela pista da frente. Maicon
se aproximou dele e tocou em rua cabeca, em seguida o homem saiu
tranquilamente, como se estivesse passando por um parque onde criancas
brincavam.
-Nos tinhamos que encontrar voces antes que voces nus encontrassem.-Max falou atravez do barulho do fogo.
Mike nem ao menos conseguia gritar que nao queria vinganca.
Zack desejou sumir dali, e sumiu.
-Zack!, Zack!- gritou Carolina pensando ter sido morto.
-Estou aqui.- Respondeu ele tentando ultrassar o fogo mas nao conseguiu.
Carolina viu os olhos de Max ficarem vermelhos vivos e deles sairem
tirias de fogo em sua direcao, ela ergueu as maos para tentar
proteger-se e em volta de si apareceu uma bola prateada um pouco
trasparente. Ela e Zackhaviam de acabado de descobrir um novo poder;
escudo e invisibilidade. Carolina conseguiu sustentar um pouco o escudo,
mas estava fraca pela primeira vez na sua vida de vampira e caiu
desmaiada.
Zack correu para ela e pos-se a chorar e chamar seu nome. Ele tinha
certeza que nunca mais a veria. O fogo ja so tinham um metro e meio,
poucos sentimetros de Carolina.
Derrepente Mike comecou a gritar, ele havia pegado fogo. Mas nao era so ele, estavam assim tambem Maicon, Max e Drive.
-Isto é por terem se metido onde nao deviam- dizia Bonerges de maos
estendidas- Voces beberam de maos beijadas o Provip que custou minha
vida.-dizia ela- eu sofri durante doze anos e voces simplismente
ganharam a imortalidade.
Os quatro, inclusive Mike viraram cinzas.
Final Feliz
-Desculpe por seu Zack Mcphersom.- disse Bonerges- Sei que ele foi traido e era muito seu amigo mas tinha que ser assim. Adeus.
Pode-se ver que os criadores do Provip combinavam perfeitamente pois
Jovalho se transformou em um gato preto, era este o animal que ele se
transformava. Ele subiu no ombro da sua bruxa, que flutuou sobre a
cidade de Las Vegas ate sumirem na escuridao.
Zack levou Carolina pra sua casa e aguardou-a ate despertar. -Eu
queria te pedir uma coisa.- perguntou ele apois contar-lhe tudo que
havia acontecido.
-O que?
-Morar aqui com voce ate minha casa ser reajustada dos danos de Max, acho que o idiota tinha poder de força...
-Ou talvez havia descobrido naquela hora.-adivinhou ela mais uma vez.
-E entao? posso?
-Pode, é claro que pode.
-Posso fazer outra coisa tambem?- ele perguntou romanticamente.
-Pode.-ela respondeu.
Seus labios foram se aproximando lentamente ate darem um belo beijo.
-Quem sabe voce depois aluga aquela casa?- sugeriu Carolina que ja adivinhava o futuro.
-Claro que sim. Mas precisamos tomar um banho, nao?
Eles caminharam ate o banheiro, aquele lindo amor garantia ser belo eternamente.
FIM
O Autor
T. S. Brasileiro
Sou viciado em livros e tenho paixão incurável pela leitura. Desde
bem pequeno quando ganhei a coleção das obras de Monteiro Lobato, passei
a amar mais a leitura. Adoro consultar livrarias e bibliotecas e sempre
ter um livro na mão para ler nas horas vagas.
Agradeço as incentivaçôes de meus irmãos e o apoio dos amigos.
Sempre viverei da leitura e criatividade.