quarta-feira, 13 de março de 2013

Historia- Viver Sem Fronteiras de TSB

Viver Sem Fronteiras
Thiago Souto Brasileiro
 
Era uma vez, um pescador, um caçador e um lenhador. Todos os dias cada um iam para seu trabalho de caçar, pescar e procurar lenha.
E aconteceu que o pescador encontrou misteriosamente dentro de um peixe, nos eu ventre, uma pedra que valeria bilhões de Dolores. O caçador achou dentro de uma onça um diamante que valeria uma fortuna. E o lenhador encontrou enfiado em um pedaço de madeira, escondido, um bilhão de Dolores que valeria um palácio inteiro.
Os três exprobrem eram amigos de vizinhança e ao se encontrarem contaram um ao outro do que ocorreu que, o pescador tornou-se conde, o caçador virou barão e o lenhador tornou um rico fazendeiro, tudo isto de um estante para outro.
- E lá em casa só tem um peixe agora - comentou o pescador para seus amigos.
- Lá em casa só tenho agora três peles de onça de tantas que tinha... - falou o caçador.
-E na minha casa só tem lenha pra uma fogueira... - disse lamentando o lenhador.
- vamos nus juntar no acampamento central- (que fica entre as três terras deles)- E poderíamos comversar e falar sobre nossas aventuras nos antepassados. - Convidou o pescador.
- Isso mesmo! – Confirmou o lenhador – Com minha lenha temos o fogo. Com seu peixe, tem o comer e com seus matos de onça servirá para aquecer! – Concluiu o lenhador radiante.
Então todos três ficaram de acordo e na data marcada todos três tiveram presentes e foi cumprido o que pretenderam. E se divertiram muito conversando sobre seus antepassados até muito tarde, quando foram embora para casa.
Na próxima vez que se encontraram:
- Sabem o que eu acho? – perguntou o pescador – Pescar mim dar saudades...
- Pois é – confirmou o lenhador- procurar lenha é bom, era uma aventura pra mim...
- Mas – Falou o caçador pensativo – quem nus empata de fazer o que queremos? Temos tudo para ser felizes!
E assim os três amigos pescaram, caçaram e procuraram lenhas juntos á conversar, rirem e se divertirem á entender o verdadeiro sentido da vida, que é o que queremos realmente ser.
Moral da história:
 Nem a riqueza, nem a pobreza importam para termos um coração feliz!
                                        Bem Vindo ao Site TSB!

Livro- A Descoberta

Titulo: Uma íncrivel descoberta
Autor: Thiago Souto Brasileiro
 
 
Prefácio
 
   David era um garoto de quatorze anos, morava com sua avó materna desde bem pequeno, não sabia bem do seu passado mais o pouco que sabia era que seus pais morreram num acidente de avião, a história era tão triste que nem sua avó queria mencionar. Ele talvez achou até que seria melhor não saber muito bem do seu passado, isso iria atormentá-lo mais.
  Ele e sua avó moravam no estado de Manaus que era bem próxima a floresta Amazônica estava quase no fim do inverno, estava muito fria e chovia bastante desde o inicio de inverno, as chuvas fortes rompiam trovões e relâmpagos violentos. Lá era calmo. Calmo de até de mais, só se ouvia as cigarras tinirem durante o verão e a chuva chiar durante o inverno, o suficiente de causar até medo, o barulho da cidade era bem sufocado.
   Sra. Irene sua avó, era uma senhora calma e pensativa que ganhava (Ou perdesse como diria David) a metade do dia assistindo TV sentada no seu velho sofá, só parava para o almoço e jantar ou outras obrigações, mas era uma velhinha legal.
   David estudava na escola pública de, mas não achava tão agradável, nunca teve prazer ao estudo “Pra que estudar tantas matérias?! O necessário era apenas Matemática e Linguagens, que um dia será útil” Ele vivia a falar. David queria uma aventura, algo que marcasse sua história... E foi isso que aconteceu.
                 A Velha que Tricotava                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
                                                                                                                                                                                                                          Tudo começou assim: Todos os dias David, vinha da escola depois das cinco horas da tarde onde sempre passava por uma parte do caminho para casa, sombrio pelas arvores de cada lado do cercado onde havia um velho banco de toco de árvore seco de aparência de muitos anos onde sempre uma velha gorda muito branca esquisita de óculos redondos na metade do nariz, sempre com uma velha bata preta de sempre bem acomodada tricota um paninho vermelho e encardido que dava a aparência de ser o mesmo de sempre.
  Isto não chegava a perturbar David, mas sempre que passava soltava um gemidinho de quem se assusta ao ver algo muito estranho quando a velha o encarava como se estivesse no seu velório. David se conformava que ela era apenas uma simples velhinha que não tinha o que fazer e ganhava a vida tricotando.
 
        O Sumiço de Junior
 
  Na escola, na sexta-feira David estava muito confuso com as aulas de matemática, mas ficou mais confuso com o que dois colegas de classe estavam dizendo, até mesmo aos professores.
 -Já faz dois dias que o Junior sumiu de Manaus, seus pais estão acabados!- Disse o garoto ruivo e gorducho fazendo tumulto á roda de professores e alunos.
 -Pois é. Ele sumiu desde a tarde de terça feira, depois das aulas... – Comentou o outro um tanto magro, branco e nanico. – Estão suspeitando do Joca, Tiu dele.
  David vinha saindo da escola com o peito batendo forte ainda pensando em seu amigo Junior. Poderia ser mentira dos seus dois colegas, eles eram muitos piadistas e poderia ser mais uma pegadinha deles pra comentar quando Junior voltasse que ele foi resgatado do fundo do pântano da floresta proibida. Ele até se lembrou que o amigo dissera que queria contar-lhe um segredo. Mas de maneira nenhuma era de costume ele faltar aula.
  Devia ser um resfriado com pensou David, mas mesmo assim ele era seu amigo então ele deveria Le visitar.
  Ele mal dobrou a esquina da rua da casa de Ariel e reparou um pequeno tumulto de seus familiares em sua casa. Um carro da policia de Manaus estava estacionado na frente da calçada. David não ousaria chegar aos seus pais arrasados e perguntar o que ouve, ou desejar-lhes boa sorte. Ele ficou parado ali sem ação em verdadeiro estado de choque. Ele desejava poder ajudar em alguma coisa, mas ainda em transe recuou e voltou a andar de olho no chão das ruas úmidas de 5555 sem saber no que pensar.
  Apressou os paços e caminhou diretamente para sua casa.
 
 
 
 

       O Achado
 
  Naquele dia a tarde estava prometendo ser mais calma e sem chuva, o sol clareava de brecha atrás de grandes nuvens claras e escuras. David estava bem satisfeito pelo fim de inverno e não ter que estar afundando os pés em lamas. Estava pensando em Ariel e quando chegar, em casa que teria de fazer faxina em toda casa a tarde toda, e foi ai que automaticamente que algo chamou sua atenção; O banco velho de toco de arvore da velha que tricotava estava pela primeira vez vazia. “Deve ter pegado um resfriado” Pensou David curioso.
  Já ia continuar á caminho quando outra coisa atraiu ainda mais sua atenção; Ao lado, quase atrás do banco de toco refletia pela beirada de luz solar de entre as galhas algo branco e redondo. Num passo de curiosidade David olhou o que era. Viu. Um ovo branco bem maior que o normal estava posto ao chão de palhas úmidas. Era muito curioso, David automaticamente pegou o ovo com as duas mãos esquecendo-se dos problemas que levava na mente e saiu correndo com certa curiosidade.
  Ao chegar, em casa encostou o ovo no tapete e foi pesquisar na internet. Passou quase duas horas pesquisando até que desistiu. Pensou por um momento até em quebrar-lo mais resolveu deixa – lo ali mesmo para resolver no outro dia. Adormeceu. Mas não pode passar muito tempo no sono e acordou, não sabia o que estava acontecendo, havia um barulho de azas bater e barulhos nos seu guarda-roupa. Achou ser ilusão e já ia retornar a dormir quando outro barulho ainda mais forte chamou sua atenção. Um barulho de troço caindo do auto. Acendeu a luz e reparou boquiaberto; Havia um pássaro de aproximadamente um metro e meio de comprimento e azas enormes que mediam um metro e meio também, era colorido de bico amarelo, penas amarelas e vermelhas e corpo amarelo. Ele voava parecendo desesperado para sair sovando a janela.
   Ele estava sem ação, se levantou de joelhos sobre a cama e avançou com o braço para tocá-lo. O bicho aterrissou sobre sua cama e se encolheu. Agora media um metro de penas encolhidas.
           O Belo Lugar
 
  Ainda sem entender, David logo notou que fora o ovo que achou não tarde passada que havia rompido. Ele guardou os cacos quebrados de diferentes formas e guardou-os.
  Por incrível que pareça, o estranho pássaro parecia treinado pra levar humanos sobre si, logo David descobriu que ele o levantava do chão sobre com suas poderosas azas.  David arrumou leite (Que ele provou que adorava) e deu para Le alimentar. Começava a clarear. David ainda estava meio em choque, mas louco para dar uma volta sobre ele do lado de fora, dentro de casa não daria.
  Ainda parecendo loucura ou idiotice David saiu pra fora, montou no incrível pássaro e voou. Voou sobre ele vendo de longe sua casa ficar pequena “Não pode ser verdade. Com certeza estou sonhando”- Pensava David maravilhado.
  David notou que estava ficando longe de mais de casa, mas reparou que o pássaro parecia conduzi-lo a algum lugar, ele não ia sem direção, parecia estar indo um local desejado. David logo notou que estava pousando sobre uma mata provavelmente em meio a uma floresta. Demorou pra David notar quão belo era o lugar onde foi parar; Um rio de águas limpas, azul e transparente de ver o fundo recheado de pedrinhas brancas, havia um tapete belo de gramado bem verde enfeitado naturalmente pele natureza de pequenos e grandes cogumelos vermelhos com verdes, amarelos com preto, laranjas com rosa etc. Até pés de rosas coloridas. Havia centenas de pés de arvores de bela sombra e frutíferos.
  David achou ali o Maximo. Parecia o céu na terra. Ele logo sentiu vontade de se deitar sobre aquela grama daquela bela paisagem quando reparou que provavelmente tinha dono. Havia uma pequena cabana coberta de palhas, e estrutura de pau.  Ele se levantou vagarosamente e espiou dentro da pequena porta justamente do seu tamanho e viu; parecia com certeza abandonado, havia uma cama de lençol embaraçado e sujo, um pequeno armarinho com alguns alimentos e água bem empoeirado.
        O Novo Dobby
 
  David reparou que o pássaro parecia procurar algo ou alguém. “Provavelmente o dono”- pensou David - o dono!?”- Pensou ele novamente – "Mas eu mesmo vi que saiu do ovo." Ele estava muito confuso, mas esquecendo o confuso ele estava louco para tomar um banho naquelas encantadas águas do rio mais belo que já vira. Foi aí que se lembrou de que se tomasse iria voltar encharcado para casa.
  Resolveu então voltar em casa o mais rápido possível e pegar alguns pares de roupas e voltar instantaneamente dizendo a sua avó que iria dar um passeio.
  Montado no enorme pássaro, David pensava bastante. Pensou primeiro animadamente em dar um nome a ele.
 -Que tal... Crew? Era o nome do meu falecido gatinho. Ou... Dobby! É Dobby! O nome do meu primeiro cachorrinho que fugiu!
  Assim, David batizou aquele pássaro de Dobby, ele seria seu animalzinho de estimação. Mas veio a questão; contar ou não contar a sua avó? David se decidiu de não contar tão sedo, talvez ela tivesse um ataque cardíaco. Mas cedo ou mais tarde ele contaria.
  Dobby fez o aterrisso no meio do terreiro e sacudiu as penas; sinal do dono descer. David levou-o para o fundo do seu quarto e o trancou mandando fazer silêncio.
 -Vou buscar leite para você, estar bem?- E saiu para falar com sua avó.
  Sra. Irene estava na safa fixa na TV nem reparou quando David chegou á sala, só olhou quando ele a chamou.
                 
 
 
 
 

     A Senhora Irene
 
 -Vó, vou sair a passeio, e... Quer ir comigo?- Convidou ele porque já sabia que ela iria negar, pois estava passando A Fazenda, um dos seus programas favoritos.
  -Você? Á passeio? Agora?...- Desta vez ele pensou em ter dado uma desculpa maior, ele sair de casa principalmente pela manhã não era de costume realmente. Ela com certeza estava desconfiando. David tentou não mostrar-se nervoso e se comportou o Maximo mais normal possível.
 -É isso. – E saiu da sala apressadamente.
   Foi um pouco de dificuldade para sair, para fora com o Dobby, não porque a estrada estava cheia, mas por muito cuidado de ser visto pela avó Irene.
  Já fora, David não deixou de notar que Dobby parecia gravemente triste e cansado. David sentiu pena e pegou a mochila de roupas e pôs nas costas.
  - Tudo bem. Vou andando e seguindo você. – David foi andando a pés com o enorme pássaro na frente ora andando  e ora voando, meio orientado.
   David estava super ansioso para voltar aquele lugar belo e mergulhar no rio magnífico que vira. Ele pôde ver de perto que á caminho adentrava numa mata entre duas grandes montanhas rochosas. A caminhada foi exaustiva mais valeu á pena. Após chegar às margens do rio David mergulhou muito feliz só que uma voz em berro meio familiar chamou sua atenção por traz. Ao visar atrás de si não viu coisa alguma. Nem mesmo viu o Dobby rondando por ali. Um segundo berro, desta vez de “urruh” veio de cima. Ao olhar David ficou paralisado; Lá estava sua avó Irene nos ares com Dobby.
  -Não! Larga ela, Dobby! – Gritou David quase maluco de medo quando se tocou no que disse; se ele a largasse lá de cima... – Quer dizer, ela é idosa e não estar acostumada com esses seus vôos e... – David foi interrompido dos berros pela pousada do pássaro ao chão.
  - Seu estraga prazeres! – Rugiu sua avó, pela primeira vez em toda sua vida viu sua avó tão empolgada, energética e feliz. – Quem foi que você acha que mim subiu ali em cima?! Eu mesma subi!
  - C-como, a senhora veio parar aqui? – David estava boquiaberto.
  - Você estava muito desconfiado, foi cansativo Le seguir... De onde veio aquele bicho?- David viu novamente sua avó desconfiada.
  - É uma história muito comprida... É se melhor se sentar. – David convidou e contou tudo como aconteceu desde o sumiço de Erick até o fim.
  Sra. Irene parecia não acreditar, mas finalmente acreditou.
  Já eram quase quatro horas e Sra. Irene não queria largar o pássaro por um segundo tornado- o muito cansadinho. Quase a noite foi que voltaram. David voltou como veio, a pés e sua avó foi em Dobby. David ainda se perguntava se iria se acordar a qualquer momento, mas se fosse verdade estava o melhor dia de sua vida.
  Em casa, Sra. Irene não parecia mais a Sra. Irene de sempre. Pela primeira vez largou a televisão e passou a falar somente de preparativos para o próximo dia. Talvez se David tirasse o olhar dela por um momento ela poderia voar nele sobre a casa. David banhou e secou Dobby e dormiu aquela noite com ele.
   No outro dia de manhã bem cedo, mais bem cedo mesmo ainda escuro. Sra. Irene acordou David de malas prontas.
 -Será que lá tem dono? Vou levando alimentos para um dia. É no meio da mata mesmo...
 -Não sei... – falou David levantando sonolento esfregando os olhos com os punhos.
- Então vamos! – Falou ela energética. E saímos.
 
 
 
 

      O Desaparecimento de Dobby
 
   A ida ocorreu como sempre, David foi a pés, pois já havia decorado o caminho e sua avó foi com Dobby.
  O dia foi perfeito, Sra. Irene largou Dobby por alguns estantes e até mergulhou um pouco no rio. David tomou banho de rio, descansou nas sombras das grandes arvores, voou com Dobby e até comeu umas frutas das árvores de lá; aproveitou um pouquinho de cada.
  A hora da partida chegou e um emprevisto aconteceu. Dobby havia desaparecido misteriosamente. “Ele não teria nus abandonado com certeza!” - pensava David. Eles o procuraram quase por toda mata durante três horas e não obterem respostas. Já era bem tarde do dia e já começa o por do sol ao longe e teriam que voltar sem o Dobby.
  - Provavelmente o dono o achou, ele andava meio triste mesmo. – Comentou David tristemente para sua avó que caminhava á seu lado também triste.
  - Talvez o raptaram, ou foi morto pelos caçadores! – Sra. Irene era mais dramática.
  - Quem sabe não voltou para casa? – Comentou David para animá-la.
 - Vejo isso nos cachorros e não em pássaros! – retrocedeu ela rapidamente.
 - Eu disse quem sabe não disse que sei. Mas quem sabe?
 - Tá. Então vamos apressar o passo que já estar escurecendo. – falou ela na sua voz fina e meio rouca, abraçada consigo mesmo.
  Apressaram. E ao chegarem a casa para suas infelicidades Dobby realmente não era, como sua avó disse, cachorro, pois ele não estava.
 
 
                      A                                           
    Revelação
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

-Adeus... –Falou a velha. David pode ver que a sua feição; parecia um morto-vivo a encará-lo. Ela ergueu a mão da agulha enquanto David não sabia o que fazer e firmou-a no fundo do peito direito de David. David sentiu a dor enorme da agulha ultrapassar seu peito e furar seu coração. A partir daí viu uma escuridão e perdeu os sentidos.
   
 Os Cacos de Ovos
 
  Depois do desaparecimento de Dobby, tudo se esfriou e voltou ao que era antes. Sua avó passou a novamente se fixar o dia todo não tevê e, David voltou na segunda para escola desanimado. Levava consigo um caco do ovo de Dobby no bolso do peito da blusa, como um objeto reparador de males, mas não era por isso era só por saudades.
  Ficou sabendo que Erick ainda não retornara para infelicidade e desanimo dos pais. David agora se sentia arrasado; sem o melhor amigo de escola e o melhor amigo- animal Dobby. Ele tinha certeza que demoraria para esquecer dele.
  No caminho de volta da escola David vinha pensativo em toda virada que passara e vinha passando pelo local da velha que tricotava no banquinho de toco de arvore, que de novo chamou sua atenção; o banco continuava vazio como na tarde de sexta-feira. Contudo já ia continuar a caminho e, como na ultima vez, algo novamente chamou sua atenção. Como da outra vez ao lado do banco de toco quase invisível de ver por conta das sobras das árvores e meio coberto de palha do chão estavam dois ovos iguais ao do Dobby. “Será que a mamãe tinha pondo apenas um e depois os outros?”- pensava David confuso “ou talvez... Mas aquele era de outra mãe, porque estes nasceriam atrasados?” ele pensava nisso enquanto a velha o encarava sombriamente “será que voltou pro ovo, não, não!”. Ele agora sentia dez mil vezes mais curiosidade do que no dia que achou apenas um “Será que vão nascer três Dobbys?...” Ele já ia pegar o os ovos sem prestar atenção na velha com uma cara sombria.
 -Odeio quando se metem nos meus negócios... – Falou a velha de repente quando David erguia as mãos para pegar os ovos.
 -Eles... Eles são da senhora? – Falou David desta vez a encarando também.
  Terroristicamente a velha que tricotava desembainhou a enorme agulha da linha que tricoteava o paninho vermelho e apontou-a para o peito esquerdo de David. David não sabia o que fazer apenas observou paralisado sem entender.
O punho da velha se aproximou e bateu no peito de David e rangeu como se ele estivesse com um colete á prova de balas em seu abdômen e escorregou de suas mãos caindo de ponta e furando o próprio pé direito. Em estantes a velha foi se amolecendo, amolecendo até que virou um OVO.
   David não sabia o que fazer, estava em choque. Num gesto apanhou os três grandes ovos que via pela frente e a agulha. Foi correndo em direção de casa com eles na blusa em forma de bacia sem olhar para trás.
  Ao chegar ainda em choque em casa foi logo mostrando a sua avó e contando o acontecimento esquisito. Ele talvez tenha pensado ter sido um pesadelo pela falta de Dobby, mas lembrou as coisas que jurava não podiam ser real e foram. Sra. Irene observou de olhinhos do neto para os ovos agora postos no sofá onde estava sentada á assistir TV.
- Deixe passar a noite no seu quarto como antes... Talvez... - Ela sugeriu.
- Pode ser, pode não ser... Mas porque a estranha velha tentou furar-me com aquela agulha por ciúmes desses ovos... Ela não era a mãe dos ovinhos e estava choca. – falou David obvio.
  David saiu da sala pensando no que fez a agulha não entrar no seu peito. Logo após investigar o bolso viu o caco de do ovo do pássaro Dobby que havia guardado. David sentiu que só não virou um ovo graças ao seu ex- melhor amigo Dobby, que só o teve por apenas dois dias.
 
 
 
 

      A Volta de Dobby
 
  David também pensou que Dobby não nasceu de um ovo natural e sim fora preso pela velha diabólica, ela aprisionou um pobre animal por quê? Notou que a agulha que tricotava tinha um poder maligno que servia pra ela transformar quem se metesse no seu caminho, por isso largava os ovos em público e quem tentasse se aproximar não teria medo, talvez da primeira vez que ele achou aquele de Dobby sem sua presença tivesse ocupada em fazer outros males. Também lembrou que Dobby se voltou como se nascesse então provavelmente a velha iria se destransformar a qualquer momento. Teve uma rápida lembrança da agulha; ela transformava em ovo, porque não destransformava? Ele pegou-os nos braços e levou- os até seu quarto. Ele pensou que talvez matasse um pássaro como Dobby se não desse certo, mas tomou uma conclusão que não saberia se não tentasse saber, então voltou ao quarto e sua avó veio brechar curiosíssima pela porta com um arzinho de esperança como quem não nega que tem um neto muito esperto que animou muito David.
  David ergueu a mão direita com a agulha e a outra segurando o ovo. A casca era muito dura por isso ele forçou ate que furou um. A Sra. Irene adentrou admirada no quarto e David usou sua expressão de sempre; boquiaberto a observar o ovo se transformando em um pássaro como...
 -DOBBY! – Gritou Sra. Irene – Senti tanta sua falta! – e correu para abraçá-lo.
  David sorriu realmente sua avó não sentiu falta dele mais de suas azas. E correu para abraçá-lo também. David estava muitíssimo feliz não pode negar mais estava muito mais curioso para furar o próximo ovo, quem sabe Dobby não estava triste pela falta de seus irmãos naquele tempo em que vira pela primeira vez?
 
         A Volta de Junior
 
   David escolheu o próximo ovo e furou-o rapidamente. Desta vez não foi o que David e Sra. Irene esperavam ser; A sua frente apareceu Junior, seu amigo em pessoa.

   Sra. Irene acariciava lentamente as penas de Dobby enquanto David abraçava seu amigo Junior.

- Que dia é hoje? – Perguntou o amigo recém chegado.
- Segunda. – David sabia que ele estava confuso e teria que agüentar sua poção de perguntas.
 -Nossa! E meus pais?
 - loucos. Onde foi que você se meteu ultimamente em? Você tem contar antes de ir para casa. O.K.?
 - Tá.
  Junior contou uma longa história; que numa tarde de segunda-feira iria para casa do seu tiu Joca (que mora bem perto da casa de David) e quando vinha a caminho saltou pela cerca para pegar atalho quando deu defronte com um lindo pássaro numa folhagem, parecia amigável e usou quase toda á tarde até pegar finalmente a amizade dele e aprendeu que podia voar junto dele. Conseguiu prende-lo numa caverna com alimentos na mata do sitio do seu tio joca. No próximo dia numa bela voada sobre o pássaro descobriu um local maravilhoso no meio da Floresta Amazônia onde construiu uma cabaninha de palha e pau. Ele também informou que trouxe da casa do seu tiú toda a madeira pôs era mata era proibido o desmatamento. (David sabia de tudo que ele estava contando mais continuou a escutar). Mas ele parecia estar fugindo de um dono. E após uma maravilhosa tarde na terça feira (no caso a que ele havia desaparecido) que vinha de levá-lo de volta para caverna deu defronte com uma velha com uma enorme agulha que disse que audácia era aquela de um garoto ter roubado seu animal de estimação que trouxe de tão longe. Ele iria devolvê-lo mais a tal dona parecia não gostar do animal por isso o pobre fugia dela então negou devolve-lo e foi aí que ainda de longe do seu corpo ela lançou a agulha que trazia que para seu alívio pegou de raspão. Mas atingiu uma pena do pássaro que o fez transformar em um ovo lentamente. Ela pareceu embaraçada, mas seu tipo de velha cansada mudou e ficou como uma jovem e deu um salto ligeiro e pegou a agulha, que logo com um olhar de puro terror furou seu peito esquerdo e daí tudo escureceu e ele não sentiu mais nada.
      O Terceiro Ovo
 
  David ouviu a historia franzindo a testa até que raciocinou que a agulha tem que perfurar seu peito para a transformação ser imediata, e se perfurar outro membro do corpo se torna mais lenta como ocorreu com Dobby, e já que pegou numa parte sem vida, a pena, transformou-o, mas por dentro estava vivo e meio consciente o suficiente para quebrar o ovo e se libertar.
  Eles escutavam Dobby voando sobre a sala enquanto Sra. Irene o observava com certo interesse. Neste momento se lembraram do ultimo ovo. David segurou-o e perfurou. Os dois presentes deram um berro no quarto ao verem quem apareceu nas suas frentes fazendo Sra. Irene vim correndo parar com uma cara assombrada de boca aberta na porta do quarto; Lá estava a Velha tricoteia em pé na frente de David sombriamente.
 “Como sou idiota”!”-pensou rapidamente David nervoso-“ lá só havia dois ovos e o terceiro era da Velha recém transformada!”ele sentiu vontade de bater em si mesmo, ele era o culpado daquela situação.
   David estava fraco e sem conseguir pensar em nada nem mesmo na agulha que segurava enquanto estava olho á olho com a velha. Ela passou a sua mão sobre a dele e pegou a agulha.
 -Adeus... –Falou a velha. David pode ver que a sua feição; parecia um morto-vivo a encará-lo. Ela ergueu a mão da agulha enquanto David não sabia o que fazer e firmou-a no fundo do peito direito de David. David sentiu a dor enorme de a agulha ultrapassar seu peito e furar seu coração. A partir daí viu uma escuridão e perdeu os sentidos.
 
 
 
 

  A Volta de David
 
 -David, David! – David retornou vendo duas pessoas a sua frente; sua avó Irene e seu amigo Junior á observá-lo. - Bem vindo de volta! - Era seu amigo Junior.
 -Cadê a... – Ele pausou, sabia que havia retornado da transformação e lembrou como o amigo tivera confuso também. –... Como venceram a...
 - Agradeça ao Dobby! – Falou a voz da Sra. Irene. – Quando aquela velha (ela falou como se fosse uma jovem) transformou você e depois o Erick, ela me encurralou e eu iria ser a próxima quando algo a levantou por trás e lançou-a na parede esmagando seus ossos! – Ela falava acariciando-o.
  -E...?
 - E aí eu instalei a ponta da própria agulha dela no seu peito. – Completou Erick sorrindo para ele com ar de herói.
  Ele pareceu muitíssimo satisfeito e feliz e abraçou os dois amigos. Os três pegaram o ovo sem falar o porquê, pois todos sabiam o que iriam fazer até Dobby os acompanhou como quem queira ver a cena principal do cinema e o levaram para fora de casa, ao quintal e...
 PLOFT!
  O ovo virou lama junto com a ida sem volta da Velha. Logo David deu o fim merecido á agulha estúpida que conhecera; quebrou-a e lançou-a no fogo, e a maldição foi quebrada.
 
 
 
 

   Felizes Para Sempre
 
   Junior voltou á casa dos pais levando a maior felicidade dos pais e familiares, contando a história que foi raptado e conseguiu fugir. Agora os três mais felizes amigos que guardam uma bela história e um grande segredo voltam para o belo lugar onde passam todos os dias nas mais belas alegrias.
  A avó Irene agora não é mais a velhinha da tevê, mas a velhinha mais feliz do mundo que vive com o neto-garoto melhor de todos os outros que tem no mundo e um amigo mais legal que há no mundo.
    Quanto a David, ganhou o futuro que queria, apesar de não ser muito fácil mais foi a aventura que sempre quis.
  Dobby vive muito feliz sem ter que ter medo da velha dos seus pesadelos e só falta falar a felicidade que sente de estar ao lado do melhor dono do mundo e da velha que mais gosta de Le aperrear para voar sobre ele todos os dias.
  Estarão todas as manhãs no belo lugar felizes e curtindo aquela linda paisagem.E eles vivem felizes para sempre.
 
 
 
                                        FIM

O Provip

Esta foi a bela história de suspence e romance que ocorreu na cidade de Phoenix. Tudo gira em torno de um feitiço chamado Provip que encadeia a imortalidade ao ser humano.  O jovem Zack Mcphersom junto com a garota Carolina Haven vivem uma grande aventura em que um enorme quebra-cabeça tem que ser montado para que todas as duvidas sejam reveladas e tudo acabe bem. Este é um dos mais belos contos de ficcão das criatividades de T. S. Brasileiro.


T. S. Brasileiro

O Provip
O  F e i t i ç o   d a  I m o r  t a l i d a d e

 



TSB
Capitulos

Zack  Mcphersom
Principais Acontecimentos

  1. A Morte e a Vida
  2. A Primeira Caça
  3. Fim da Caça
  4. Suco de Tomate
  5. Desoito Anos
  6. A Cobra Mortífera
  7. Na Casa de Mike

Mike Scoog
A Descoberta

  1. O Elixir
  2. O Potinho
10-A Traição
  1. Explicações
  2. Mais  Detalhes

Carolina Haven
A Nova Vida

  1. A Lagrima no Túmulo
  2. A Nova Carolina
  3. O que Sou
  4. Thomas Hector
  5. Mais Ajudas de Hector

Dias Atuais
Zack e Carolina

  1.  Zack
       19- Carolina
       20- Grandes Amigos
       21- Um Cliente Inesperado
       22- No Grill Noberty
       23- A Notícia

João Jovalho
O Feitiço Provip

      24- João e Bonerges
      25- O Ritual
      26- Cumprimentos

      27- Comentários
      28- A Suspeita
      29- O Erro
      30- Max, Maicon e Drive
      31- Uma Descobert
      32- A Comfência
      33- A Espionagem
        34- A Chegada de Mike
        35- A Chegada
        36- Sem Saída
        37- Final Feliz

Um Vampiro
Autor T. S. Brasileiro










Zack Mcphersom
Principais Acontecimentos

A Morte e a Vida

 Em uma noite de 1913, numa fazenda em Phoenix que era composta pela metade de uma mata. A fazenda media doze hectares. Naquela noite chuvosa, na casa da fazenda uma mulher por nome Catharinna Mcphersom encontrava-se em um quarto, deitada em uma cama larga do espelho bem modelado. O quarto era muito quadrado e sua luminosidade era composta por duas velas velas na estante pequena de madeira ao lado da cama e um lampiao na cabeceira.
 Tinham tres mulheres ao seu redor, todos tres de vestidos longos. Uma estava sentada na cama, ao lado da mulher, a outra no lado esquerdo e a terceira, que parecia a mais jovem estava sentada escorada na porta, para nao obter interrupicoes.
 As duas que estavam sentadas na cama eram parteiras. E a mulher que estava deitada sobre a cama estava prestes a dar a luz.
 Passaram-se mais alguns minultos e ela deu a luz.
 Passaram-se mais poucos minultos e a porta se do quarto que antes estava escorada pele garota se escancarou.
 Apareceu um homem emcharcado de botas grandissimas nos pes e um chapeu de palha numa das maos. Ele adentrou um pouco com cara de quem pergunta 'como foi?'
-Senhor Luí, é um menino- falou a garota que estava porta.
-Que bom Carolina.- alegrou-se ele, que era o pai do garoto. Ele se aproximou um da cama e pegou-o nos bracos.
-Zack. O nome dele é Zack.- sussurrou Catharina.
 Ele o examinava; cabelos e pele da mae, olhos e sebrancelhar do pai.
 O movimento das parteiras fez ele mudar seu campo de vizao do bebe para sua mulher: olhos fexados.
-Catharinna?- sussurou ele. A mulher permaneceu do mesmo geito.- Catharinna?,  Catharrina!- gritou ele mais alto.
 Uma das parteiras disseram algo como 'lamento'. Ele deixou uma lagrima rolar em seu rosto. Entregou o bebe a Carolina, que tambem chorava e saiu do quarto. T. S. Brasileiro

O PROVIP
A Primeira Caça
  Era uma tarde de 1920, O viuvo Sr. Luí Mcphesom cuidava do galinheiro e seu filho Zack de sete anos aguardava seu tio Mike, irmão de sua falecida mãe,  sentado numa pedra no terreiro de sua casa, eles iriam caçar juntos na mata da fazenda. Em alguns minultos Mike chegou de cavalo. Ele era bem parecido com a es-mãe do Zack, ele era o mais velho dos tios e parecia muito bem conservado, como o mais novo. O tanto que parecia novo era também divertido e brincalhão e sempre vivia na fazenda com Zack.
 Ele estava com uma espingarda de madeira na mão, vestido com uma camisa de mangas longas branca e com as cauças ensacadas nas botas marrõs de couro.
 Mike trazia um pá de botas numa das mãos com o dedo indicador dentro de uma e o do meio na outra.
-Pra você, Zack.- Disse ele estendendo a mão.
-Pra mim? -Maravilhou-se Zack.
-Claro! tem outro Zack Mcphersom aqui?
-Obrigado, tio.-Agradeceu ele pegando-as e levando diretamente aos pés.
 Pode velas melhor: eram bem pretas, novas e ilustradas.
-Caíram muito bem, hem?- Sorrio Mike ao ver-lo vesti-la.
-Foi. Vamos.- comvidou Zack satisfeito.
 Eles caminharam em direçao a parte mata da fazenda e adentraram-na. Zack e Mike já a coheciam perfeitamente; autas e grandes arvores que tampavam qualquer luz solar, troncos, folhas e matos forrados no chão. Zack adorava aquela mata pois se divertia bastante com Mike lá. Da ultima vez eles haviam matado alguns passaros e observado uma capivara que pairava por ali, foi muito divertido.
-Ai!- Zack gritou ao tropesar em um tronco. Em sua perna escorria um filete de sangue.
-A... Eu... Zack...-Mike parecia muito comfuso.
 Ele estava muito estranho: Estava de baca aberta olhando Zack, respira profundo, meneando a cabeça parecendo tentar ageitar um osso deslocado do maxilar.
-Tiu? o que houve? eu estou bem!
-Fique aqui Zack. Eu já vouto!-Gritou ele e adentrou na mata correndo.

O Fim da Caça

 Zack se sentou num toco de árvore seco que estava por perto e cuidou do ferimento. Ele estava muito comfuso e curioso pois já passavam muitos minultos e o tio não retornava e ele não sabia se o procurava ou se voltava pra casa. Resolveu adentrar na mata e procurar-lo, e se não o encontrasse voltaria pra casa.
 Caminhou alguns minultos tortamente e não viu nada além de mato e árvores. Quando já pensava em retornar ouviu um barulho de mato seco por tráz de uma árvore ao lado direito. Se aproximou e esforçou-se para destinguir o que via entre galhas, em sua frente. Era o Mike, mais ele estava de joelhos, esquivado sobre alguma coisa... Zack se agaichou para ver melhor e reparou que o tio estava mordendo um animal; parecia um gato-do-mato. Zack achou aquele modo muito estranho de caçar.
-Tio Mike?-Zack resolveu chama-lo- o que o senhor pegou?
 Mike pareceu ter um susto e rapidamente levantou-se  deixando o animal sangrando no pescoço caído no chão.
-Zack! mandei você ficar lá-Mike agora parecia perturbado- vamos voutar.
-Mas nem caçamos!- choramingou ele.
-Viremos outro dia.-Afirmou Mike puxando Zack.
-Mas e o gato que o senhor mordeu? vai deixar aqui?
-Mais que idéia! eu não mordi aquele gato-do-mato, Zack! eu atirei nele fui observar a espécie, que era bem rara. Entendeu?
-Ententendi.- comfirmou Zack quando já chegavam na clareira do terreiro de sua casa.
-Só me prometa uma coisa, Zack. Não conte sobre isso á ninguém, nem a seu pai, certo?
-Porquê? o que tem de segredo em um gato-do-mato?-interrogou Zack.
-Porque se seu pai ficar sabendo não deixará voultarmos a caçar, porque le deixei só nesta mata que tem até cobras venenosas.
-Ah, tá certo.
-Até outro dia, Zack!

Suco de Tomate

Era més de julho de 1926, uma tarde calma e ensorada. O tiu Mike chegava na casa dos Mcperssom outra vez.
-Vamos caçar hoje, Mike?-Zack se adiantou.
-Hoje não, Zack. Cassamos antes de ontem lembra?
-Mas nunca é muito caçar! -Não mesmo. Mas hoje vamos fazer o almoço! já faz bem um més não fazemos um almoço daqueles, em?...
-Tem razão. Em que posso ajudar?
 Mike apontou um tomates pra ele picar.
-Oi, Mike. Oi Zakão!-Cumprimento Sr. Luí ao entrar na cozinha para beber água.
-Oi Luí!-Respondeu Mike.
-Oi Pai!-Saúdou Zack.
 Ele saiu. Mike se aproximou para ajudar a Zack picar os os tomates. Eles estavam com uma baita conversa quando Mike sussurrou um "ai" e ao Zack olhar viu sangue escorrer em sua mão. Ele correu e apanhou um pano de cozinha.
-Não prescisa, Zack.-ele enchugou o sangue na blusa mostrou a mão.
-O que!?... como pode!?... eu vi!-Zack estava surpreso ao ver a mesma mão que outrora estava cortada e ensanguentada estava bem pálida, mais perfeita como se nunca ouvesse nada.
-Calma!- Mike ria de se acabar, mais tinha um certo nervorsimo que fazia Zack lembrar de uma caça seis anos atráz-Era suco de tomate.
-Era mesmo?- Admirou-se Zack-foi tão realista...
-Foi, Zack. Me passe as batatas!-Pediu ele ainda sorrindo.

Desoito Anos
saído Zack, Mike e Luí comessaram a organizar e limpar o terreiro.
-Pronto. Agora Zack, meu presente.-falou Luí quando já era quase noite e terminaram, era um belo cavalo preto.
-Nossa pai! muito obrigado!- Mike estava maravilhado, era o que sempre quiz.
-Você mereceu, Zack. Sua mãe ficaria orgulhosa do homem que ela tem...- Falou Luí com os olhos lacrimejados, e abraçou o filho.
-E este aqui, Zack- Mike mostrou uma espingarda- é o meu presente.
 Zack largou o pai e abraçou o tiu.
-Muito obrigado, tiu Mike! Eu amo vocês!-Completou ele abraçando os dois.-Agora tiu, eu esijo que cassamos! Você vem pai?
-Não, não. Vão e divirtam-se!
 Mike e Zack adentraram a mata ambos com espirgadas prontos pra aproveitar o fim da tarde.

A Cobra Mortifera

 Eles adentraram aparentemente oito metros na mata e já comessaram a cassar, eles se divertiam muito. Zack acertava cada tiro que dava.
-Sabe Zack, acho que voçê será o maior caçador de todo EUA!
-Sabe o que eu acho Mike, que você será o maior professor de caça da América Latina!
-E sabe o que eu tenho certeza? que seremos os maiores amigos do planeta terra.
-Disso eu não tenho nem duvida!
 Logo logo estava anoitecendo e Mike e Zack já vinham retornando.
-Mike não se mecha!-Gritou Zack derrepente.
-O que foi?- perguntou Mike assustado.
 Uma cobra cinza estava enrroscada em uma pedra e com o movimento de Mike estava armada. Mike parou até de respirar mais não parecia preocupado com si mesmo.
-Zack afaste-se!-Gritou ele-cascacavél!
-Cauma eu vou atirar! comfie em mim- sussurrou Zack.Ele se aproximava lentamente.- Calma... a... go...rAI!
-ZACK!- Gritou Mike ao ver a cobra girar e morder a perna de Zack que tombou no chão.
 Mike pegou a cobra com as mãos e a rasgou em duas bandas e esmagou sua cabeça com a palma da mão, era uma força sobrenatural.
 Logo foi ao corpo de Zack e este dava os ultimos suspiros. Mike altomaticamente levantou a cauça de Zack até onde escorria o sangue da picada, logo após apanhou uma pedra e cortou a propria mão e a fechou em cima da picada misturando os
 Era data de 15 de setembro de 1930. Zack estava fazendo dezoito anos. A fazenda do Sr. Luí estava em festa. Os convidados tinham ficado por conta de Mike e seu pai porque ele não tinha amigos além de Mike, por isso só vieram seus familiares; os avós maternos Francisca e Inácio e avós paternos Josélia e Marcos, tios maternos e paternos Mike, Pedro, José, Leonardo, Juilo, Oscar e Sergio e tias Joaquina, Selma, Mercedes, Maria, Eliza, Marinalva, Mariana e Laura. Primos e Primas, Milca, Olivio, Linaldo, Marta, Leonidas, Jane, Claúdia, Marion, Mandra, Lucas, Matheus, Odete, Judá, Lucia, Thiago, Carlos e Simas e por ultimo os vizinhos Firmino e Joana, Esther e Claudio e Silvia e Marieta. Realmente era uma infinidade de gente, por isso a festa teve de ser ao ar livre. Zack ganhava muito presentes; ora animais, perfumes, sapatos, vestes e até dinheiro.
 Passou-se a manhã e o inicio da tarde de vinho, valsa e diversão até que filnalmente os convidados comessaram a sair.
 Logo quando todos haviam saído Zack, Mike e Luí comessaram a organizar e limpar o terreiro.
-Pronto. Agora Zack, meu presente.-falou Luí quando já era quase noite e terminaram, era um belo cavalo preto.
-Nossa pai! muito obrigado!- Mike estava maravilhado, era o que sempre quiz.
-Você mereceu, Zack. Sua mãe ficaria orgulhosa do homem que ela tem...- Falou Luí com os olhos lacrimejados, e abraçou o filho.
-E este aqui, Zack- Mike mostrou uma espingarda- é o meu presente.
 Zack largou o pai e abraçou o tiu.
-Muito obrigado, tiu Mike! Eu amo vocês!-Completou ele abraçando os dois.-Agora tiu, eu esijo que cassamos! Você vem pai?
-Não, não. Vão e divirtam-se!
 Mike e Zack adentraram a mata ambos com espirgadas prontos pra aproveitar o fim da tarde.

A Cobra Mortifera

 Eles adentraram aparentemente oito metros na mata e já comessaram a cassar, eles se divertiam muito. Zack acertava cada tiro que dava.
-Sabe Zack, acho que voçê será o maior caçador de todo EUA!
-Sabe o que eu acho Mike, que você será o maior professor de caça da América Latina!
-E sabe o que eu tenho certeza? que seremos os maiores amigos do planeta terra.
-Disso eu não tenho nem duvida!
 Logo logo estava anoitecendo e Mike e Zack já vinham retornando.
-Mike não se mecha!-Gritou Zack derrepente.
-O que foi?- perguntou Mike assustado.
 Uma cobra cinza estava enrroscada em uma pedra e com o movimento de Mike estava armada. Mike parou até de respirar mais não parecia preocupado com si mesmo.
-Zack afaste-se!-Gritou ele-cascacavél!
-Cauma eu vou atirar! comfie em mim- sussurrou Zack.Ele se aproximava lentamente.- Calma... a... go...rAI!
-ZACK!- Gritou Mike ao ver a cobra girar e morder a perna de Zack que tombou no chão.
 Mike pegou a cobra com as mãos e a rasgou em duas bandas e esmagou sua cabeça com a palma da mão, era uma força sobrenatural.
 Logo foi ao corpo de Zack e este dava os ultimos suspiros. Mike altomaticamente levantou a cauça de Zack até onde escorria o sangue da picada, logo após apanhou uma pedra e cortou a propria mão e a fechou em cima da picada misturando ossangues. Ele estava muito desesperado e chorando muito, olhava para sua perna atentamente até que conseguiu ver; o sangue absorvia lentamente e a sicatriz fechava-se muito lenta.
 Ele pareceu se consolar mas mesmo assim ainda estava chorando muito. Pegou-o nos braços e correu adentro da mata escura mas não correu normal, correu como um vulto.

Na Casa de Mike

 Mike chegou na sua casa. Ela branca, modesta de alpendre cheio de potinhos e baldes e caqueiras com plantas, flores e rosas. Ele abriu-a e pôs Zack sobre um sofá de naylon com couro. Ele olhou sua perna e o corte ja havia sumido. Ele respirou fundo, abriu a porta, e fechou deixando Zack só e correu em direção da mata.
 Logo ele chegou no terreiro da fazenda do Sr. Luí, ele não estava em casa, Mike gritou por seu nome e logo ele veio de de dentro da mata, provavelmente a procura deles; ele estava louco.
-Cadê o Zack!?
-Cauma ta tudo bem!
-Onde ele estar?
-Na minha casa. Vamos aproveitar a noite de se seu aniversário assando carne das nossas caças!
-Eram pra ter me avizado antes de irem!
-Tem razão, desculpe Sr. Luí, é que nus empolgamos e pegamos um atalho, ele me mandou vim avisar o senhor que vai passar a noite la em casa, amanhã vem.
-De forma alguma, a casa dele é aqui! porquer não veem pra qui?
-O Sr. não tem torradeira grande...
-E desde quando você tem?
-Eu comprei hoje pra comemorar o aniversário dele, é uma data muito especial.
-É, é sim. Tudo bem, mais amanhã cedo vem. E eu quero ver sua torradeira grande- Sorrio Luí.
-Claro que sim!-Mike devolveu um sorrio sem graça.- Eu posso ir buscar uma roupa pra ele?
-Claro, claro.
 Mike correu pra casa e logo voutou.
-JÁ!?-Adimirou-se Luí.
-É...-Mike ficou nervoso e sem resposta.
-Já estava tudo preparado não era?-Riu Luí.
-Pois é, era... descobriu!-Riu Mike e correu.

Esclarecimentos

 Em alguns segundos Mike chegou em casa, mal entrou, jogou as roupas no outro sofá e correu pra examinar Mike. "Nossa!" ele se surpriendeu; seu rosto não tinha uma só sicatriz, olheiras ou espinhas. Logo levantou sua camisa eo abdomem ainda estava completamente a sua cor natural. Ele relachou um pouco, respirou fundo e deitou-se no outro sofá sobre as roupas de Zack e passou a pensar no que faria para contar tudo a Zack, por tudo que ele iria passar e tudo iria ser. Pensou, pensou e dormeceu.
 Mike foi despertando lentamente até vim a tõna que já era a tarde do outro dia. Saltou do sofá e teve uma surpresa; Zack não estava mais lá. Ele foi até a porta e ao abrir viu Zack parado no meio do nada.
-Zack?- chamou Mike- venha aqui, temos muito o que conversar!
 Zack olhou um pou assustado e Mike sentou na cauçada, logo ele também veio.
-O que estava pensando?
-O que aconteceu? me acordei no seu sofá me sentindo estranho e leve... a cascavel... aí pensei que tinha morrido...
-Vou le explicar tudo. Antes: eu ja falei com seu pai que você vai durmir aqui, então temos tempo suficiente pra esclarecer todas suas duvidas, certo?
-Certo.

MIKE SCOOG

 A Descoberta

O Elixir
Era ano de 1902. Mike encontrava-se numa sala larga, sentado em uma cadeira de madeira comversando com outro homem aparentemente da sua idade, dezenove anos.
-Mike eu chamei você porque você é o unico amigo em que eu comfio.
-O que ouve Max?- perguntou Mike.
-Eu descobri algo muito emportante. A morte de João Jovalho foi conspirada.
-Eu acho melhor não nus metermos misso. Podem nus vir problemas.
-Cauma, eu vou explicar. Meu tio que é bruxo disse que sentia as vibrações dos feitiços que Bonerges excultava, a mulher de João Jovalho, que era bruxa. E ela execultou o feitiço Provip, que é um feitiço que nenhum bruxo teve coragem de execultar pois apesar de ser tortura durante doze anos para o execultante ainda leva-o a morte. Exite feitico de ressurreição mas as bruxas não comfiam em ninguem, elas tem medo de sofrer execultando um e finalmemte o seu par não a ressussitar.
-E daí? porque este feitico é tão valioso?
-Porque ele dar a imortalidade ao ser humano.
-O QUE?-Mike se assustou.
-Pois é. Entao meu tio diz que ela fez pra seu marido. Mais ela pode ter feito uma maldicao para que se ela morresse e ele não a resussitasse, morreria, entao ele matou.
-Ha! compreendi. E o que você estar pensando em fazer?
-Bem, meu tiu disse que ele provavelmente morreu com ele. Talvez no bolso.
-Entao você estar pensando em ir dessenterra-lo?
-Meu tiu sugeriu isso.
-E se tiver algum feitico pra matar quem bebe-lo?
-Não se preocupe. Meu tio verifica. Então se queremos viver pra sempre temos que busca-lo!

 O Potinho

 Numa quinta-feira á noite, como haviam planejado, Mike já esperava Max na frente do cimitério para a busca do Provip. Em alguns minultos Max chegou, ele trazia uma lantern e uma enchada que serviria para cavar. Ambos estavam bem agasalhados com casacos de lã e couro para proteger-se do frio de uma hora da manhâ nas ruas do cimitério.
-Você ja sabe onde fica?-Perguntou Mike que estava meio desencorajado.
-Sei, sulbe que fica perto das tumbas novas. Segura a lanterna-Max extendeu-a para Mike.
 Logo chegaram onde Max disse e entre muitos tumulos recém pintados esta um que exibia o placar 'Joao Jovalho Mistro de Laivy' escrito na pedra.
-Aqui. É este.- Comfirmou Max que logo comecou a cavar um paumo a frente da pedra.
 Mike observava o amigo cavar e em estantes olhava em redor. O vento rugia tenebrosamente , varrendo as folhas secas das enormes árvores de tambô que ficavam nas terras do cemitério.
-Chegou no caichão!-alarmou Max uma hora depois que comecou cavar.
 Mike ajudou a abrir o caixão e Max soutou um grito agudo.
-O que ouve? encontrou?
-O... caixao... ele...
-Ele o que?-encheu-se Mike de curiosiadade.
-Estar vazio!
 Mike se espantou.
-Mas ja faz um ano talvez ja tenha dicinerado.
-Mesmo assim era pra ter ao menos resto!
-Então Vamos embora, não tem nada aí!
-Calma! tem algo aqui! como um potinho de vidro!
-Deve ser o Provip, tem algo dentro?
-Tem! estar meio com um liquido vermelho como sangue.
-Pegue-o e vamos!
 Max pegou-o e logo após Mike o ajudou a enterrar o caixao de volta.

A Traíção

 Era a manhã da sexta-feira, dia após o desenterro do Provip. Mike havia levantado sedo e caminhava para a casa de Max, pois estava muito curioso pra saber o que o tio de Max achou. Ele ia a caminho enteiro imaginando se não tivesse maldicão ele e Max fossem os unicos no mundo a viver eternamente, seria maravilhoso.
 Mike bateu na porta de uma casa grande, de janelas de madeira, onde a chaminéa fluia fumaça. Logo que Max abriu ele reestava naquela sala grande de apenas duas cadeiras.
-Seu pai estar?- perguntou Mike por ter visto a chaminé.
-Não. Era eu aquecendo o fogo para o almoço.
-E então, o que seu tiu achou? tinha alguma maldição?
-Em destaque, não, porque ele disse que o Provip em si já é uma maldição.
 Mike observou o potinho e mesmo na noite anterior estar muito escura, ele notou que diminuira ao menos uma grama.
-Alguem já esperimentou?
-Não, claro que não. Só quem sabe disso é eu, você e meu tio Drive.
-Pode ter cido o Drive.-suspeitou Mike.
-Ha! estar falando dessa graminha a menos?-Mike concentiu -meu tiu precisou para examinar.
-Ah, tudo bem.-Comformou-se Mike.
 Max levantou-se e foi para cozinha buscar maçãs. Zack observava o potinho e raparou escrito nos fundos "Vampiro". Ele levantou e foi mostrar a Max. Ao chegar na cozinha paralisou e voutou sem que fosse notado; Max comversava aos cochichos com seu tio Drive e seu pai Maicon. "Será que foi só um plano pra mim usar?-pensou Mike-na verdade foi bem estranho Max que nunca foi meu amigo se tornar de uma hora pra outra e por cima me contando um segredo tao valioso..." Ele se perdeu em pensamentos. Via Maicon apanhar uma faca, Drive não permitia e fazia um gesto de que tem outra idéia. Mike pensou se aquilo fosse pra ele, já ia sair correndo quando viu que vinham todos três em direcão da sala, automaticamente abriu o potinho e bebeu um minusculo tanto, e antes que chegassem o fechou.
 Eles chegaram. Drive fez um movimento rapido e exclamou algo como '' Mortiferos Mortais Mike!', surgiu uma fumaça, Mike ainda ouviu Drive dar um grito de quem sente uma dor enorme, e tombou no chão da sala.

 Explicações

-Entao, Zack, despertei na outra manhaenterrado no jardim da casa do Mike, eles haviam ido embora e abandonado a casa.
-Nossa tio! porque o senhor nunca me contou nada disso!?
-Eu não podia, Zack. Imagine você ficar sabendo  que estar andando com quem já morreu?
-Mas o senhor mesmo morto estar vivo, de carne e osso.
-É verdade, mesmo que não sinto membro algum do corpo.
-Eu tambem nao sinto. O senhor me fez isto pra me livrar da morte daquela cascavel, não foi?
-Foi, Zack. Eu não imaginaria viver sem você.- Falou Mike com os olhos lacrimejados.
-Mais se isso aconteceu quando você tinha dezenove anos, porque estar parecendo um homem de trinta?
-Ho, Zack! nao me ofenda!-brincou ele- voce deveria me ver apos tomar um banho, sem cinza no cabelo e barba, sem estas roupas folotas de um velho e carvão em algumas partes do rosto.
 Zack não deixou de rir.
-Então eu e o senhor apartir de hoje somos imortais?-Perguntou ele incredulo.
-Eu nao sou a partir de hoje, Zack. Depois le conto tudo desse novo mundo pra voce. Bem, logo eu saí da casa de meus pais pra morar só nessa casa, para não correr o risco de morde-los ou ate mata-los.
-O QUE? COMO ASSIM!?- Zack estava pasmo.
-Pois é Zack. Um vampiro, que ê o que somos, tem muitas vamtagens como; correr super rapido, não se cansar, pular auto, não ter uma só ruguinha e o melhor de tudo, ter poderes. Mais a maudicao que Drive havia falado era verdadeira; somos condenados a sobreviver alimentando-se de sangue.
-Humano!?-assustou-se Zack.
-O humano é o que mais nus atrai, mas eu tomo de animais que caço na mata.
-Ha! como com aquele gato-do-mato de quando eu era pequeno! nunca me esqueci daquilo porque foi muito intigrante o senhor pedir segredo por ter observado a raça de um animal-riu-se Zack

Mais Detalhes

-Essa vontade de provar sangue humano é so no inicio. Eu ja aprendi me controlar e só beber de animais.
-E como adivinhou que poderia atacar humanos se nem sonhava que vampiros bebem sangue?
-Ora Zack, pela vontade. É Triste dizer mais mordi um garoto na mesma manhã.
-Eu nao acredito! ele morreu?
-Nao, sobreviveu, Zack, e eu ja tinha até planos de ir embora de Phoenix esta cemana, se nao fosse por voce eu iria, mas voce nao deveria passar por tantas duvidas como eu passei, e vou adiar minha ida ate voce ficar controlado e ciente de tudo que um vampiro tem e é.
-Obrigado tio. Mas porque o senhor vai embora?
-Porque ja fazem vinte anos que nao envelheço! estão prestes a me descobrir. E se me lavem para um museu depois de retirar todo meu sangue para exames ou para dar imortalidade á muitos, que transformariam o mundo inteiro em imortal?
-Pois é. E quanto a meu pai?
-Vou ter que dar um geito dele aceitar você passar uns dias aqui em casa.
-E esta corceira em minha garganta? não resolve com água não?
-Não. Mas eu tenho uns colheos num antigo galinheiro, vamos lá.
 Ao chegarem fora já era noite, Mike deu uma carreira vampira, Zack ainda se assustou.
-Vamos tente! pense em estar aqui e corra!- Gritou Mike la do fundo do sítio. Zack tentou. Achou íncrivel correr tão leve.
 Mike parou e deu um salto que ultrapassou as grandes árvores do sitio e em seguida mandava-o tentar, Zack foi curtindo a senssao ate chegar no galinheiro. Ele quiz afastar uma pedra do caminho, mas a pedra obedeceu o movimento de suas mãos.
-Era nisso que eu estava pensando, Zack! Ja descobriu um poder!
 Zack estava maravilhado, pensava só podia ser um sonho.
-Como assim 'um poder'? e quantos sao ao total?- Perguntou Zack curioso.
-Não sei. Eu so descobri um em mim.
-Qual?
-Se eu olhar nos olhos de alguem profundamente posso saber o que estar pensando.
-Nossa! como descobriu?
-Dois anos depois da minha transformacao me apaixonei por Valéria, uma garota, humana. Entao namoramos por alguns meses e...
-E você ja era tao seguro suficiente de namorar?
-Acho que o amor é mais forte que a vontade. Entao estavamos prestes a casar quando a notei muito estranha, olhei fundo em seus olhos e quando ia perguntar-lhe o que ouve vi estava apaixonada por outro homem.
-E o que fez?
-Terminei com ela, foi dificil suporta-la me chamar de vadio e que estava apaixonado por outra, eu sabendo que ela estava mentindo. Senti vontade de sugar ate a ultima gota do sangue do homem, mas consegui sustentar. Bem, chega de comversas vamos comer!
-Beber!-corrigiu Zack- vamos!
 Eles pularam a tela do galinheiro.

CAROLINA HAVEN
A Nova Vida

A Lagrima no Túmulo
 Era o ano de 1901, de tarde no cimitério de Phoenix. A garota Carolina Haven, ela aparentava ter dezesete anos estava vizitando o tulmo do seu falecido tio 'Joao Jovalho Mistro de Laivry', ela havia faltado a cerimônia do enterro dele na tarde do dia anterior, pois havia se mudado para o Mexico e mesmo vindo o mais rapido possivel só pôde chegara Phoenix no outro dia, ela iria passar a morar em Phoenix apartir daquele dia, na fazenda de sua amiga Cristianne Mcphersom.
 Ela estava de vestido preto e chapéu branco, seus longos cabelos louros que voavam com o vento destacavam nas vestes, na sua mão um buquê de rozas amarelas que logo lancou-as na terra do tulmulo. Seu rosto demostrava tristesa e ela olhava solenemente o tulmulo. Ela passou a imaginar como seria nunca mais ver um ente querido, este sentimento fez com que uma lagrima caisse sobre a terra do tulmulo. Ela estancou o choro, reparou que a terra do enterro do caixao afundava como se algo oco embaixo da terra passasse a ser preenchido. Ela franzio a texta e ficou a observar. O movimento continuou, se nao fosse alguem tao corajosa quanto ela ja havia saido correndo. Derrepente o movimento tornou-se mais agressivo e uma mão masculina subiu da terra, ela deu um solavanco e tentou correr mais tropecou e caiu para traz. Caida pode ver a mao se apoiar facilmente ate a cabeca de seu tio Jovalho sair do tulmulo. Carolina boqueaberta poi-se correu desesperada pelas ruas do cimiterio. Ela parou derrepente pois Jovalho apareceu em sua frente.
-Me deixe em paz!-gritou ela-voce estar morto!
-Eu nao estou morto, estou louco por sangue...-sussurou ele.
 Ela tentava correr mas o tio sempre a empedia.
-Eu sou sua sobrinha!- gritava ela.
-Apois tome um gole disto!-ofereceu ele o Provip.
-O que é isto?-gritou ela ao pegar o potinho.
-Beba logo!-Gritava ele.
 Ela bebeu gole que o deixou meio e o fexou. Instantaniamente Joao avancou em seu pescosso e tomou todo seu sangue.
 Ele olhou para os lados e arrastou o corpo de Carolina sem esforsso até seu tulmulo. Retirou a areia e a pos dento do caixao. Logo apos fexar e enterrar olhou para a saida e correu rapidamente.

A Nova Carolina

 Passaram se apenas seis horas e Carolina despertou-se no escuro. A transformação dela foi muito rapida pois seu corpo não tinha sangue para ser exterminado. Ela era muito inteligente; notou que estava dentro de um caixao, mas agiu com cauma e resolveu pensar no que achava que havia acontecido apos seu tio mata-la.
 Logo concluiu que o liquido que bebeu de Jovalho fazia sobreviver mesmo sem sangue no corpo. Ela empurrou facilmente o caixao e saiu, sentiu estar em uma camada de terra, mas que nao le machucava, procurou a superficie com as maos e logo encontrou. Logo saiu, ja era noite. Ela estava estranha, se sentindo muito leve, como uma boneca de pano, espanou o vestido e correu para saída. Ela quase enlouqueceu com o que havia acontecido; via a noite como um dia e correu rapidamente fazendo Ss ate a saida sem bater em nenhum tulmulo.
 Ela tinha gostado da sensasao, chegou a imaginar ter morrido.
 La fora tinha uma senhora, provavelmente a zeladora, ela se atriu em ir até la, ela achava que iria pidir imformacoes, como a hora. Mas nao era aquilo que seu corpo queria, para o maior terror de carolina, ela queria o sangue da pobre senhora, ela passou a respirar fundo.
-Desculp...-Ela tentou afastar-se mais foi tarde de mais e avacou no pescosso da senhora.

O Que Sou

 O corpo da mulher caiu no chao, seu pescoso ensanguentado. Carolina sentiu que o efeito do sangue em sua garganta e seu corpo era revigorante e eletrizante, seu corpo parecia agradecer.
Seus labios estavam ensanguentadose suas vestes tambem; ela tinha que arranjar roupas limpas. Ela Teria que ir na casa de sua tia Emma, onde havia deixado suas malas para morar em Phonix. Ela passou a pensar se talvez tivessem roupas estendidas ao redor da casa, pois sua tia constumava pô-las pra secar durante a noite, e ela disse que iria lava-las.  Derrepente ela teve como uma visao; via a casa, estava com roupas estendidas como ela pensara, mas comformou-se como um sexto-sentido. Ela nao sabia o que tinha acontecido mas como queria te provas se aquilo era verdade descidiu ir la e comferir. Foi até o outro lado da pista da frente do cimitério e pulou a cerca farpada. Correu pelos campos que o capim curvava com o vento. Ela sentia o vento bater em seu rosto mas nao sentia frio.
 Logo que chegou na frente da casa de Emma se surpriendeu; estava exatamente como ela a via visto. "Sera que tenho poderes?" imaginou ela num tom duvidoso e contente.
 Apanhou um dos seus vestidos e se trocou, pegou alguns por fora para quando precisase e jogou o que usava pra ninguem pensar o pior e correu para o campo novamente.
 Agora alimentada e de roupas limpas ela estava pronta pra cumprir o que estava pensando: vizitar o velho Thomas Hector, um idoso, ex-professor de historia, que conheceu quando morava em Phoenix, dono de uma biblioteca central, muito sabio e bondozo. Carolina queria se arriscar a investigar o que ele sabia sobre humanos que desejam sangue. Ela so teve uma duvida; nao sabia se ele ainda tinha a biblioteca ou mesmo se ja havia falecido pois so o vira quando fazia o estudo fundamental e o consultava com duvidas escolares ou nescessidade de livro. Derrepente vio uma sala antiga e mal iluminada por velas e lampioes, com filas enormes de livros bem oraganizados, logo lembrou: era a bliblioteca de Hector. Ela agora tinha certeza de que ele estava vivo, e provavelmente em sua biblioteca, pois esta vizao foi igual a da casa de sua tia e nao estava errada. Ela voltou a correr, mas agora em direcao do centro de Phoenix, do lado esquerdo.

Thomas Hector

 Carolina chegou nas ruas de Phoenix, ela ainda lembrava perfeitamente do local da biblioteca do Thomas Hector. Nas ruas pessoas passeavam e carrros ainda tranzitavam. Ela fez o maximo pra nao ser reparada por ninguem ate chegar na blibioteca.
 Logo que entrou, viu que a cena que havia visto no campo era a mesma que via agora. A biblioteca estava vazia e Senhor Hector lia um livro que tampava todo seu rosto ate Carolina o chamar.
-Em que posso ajud... Ha! senhorita Haven, quanto tempo!-saldou o bom velhinho- em que posso ser util? quer um livro?
-Nao, nao senho Hector. Eu so presciso de um assunto para um trabalho que estou realizando e queria saber se o senhor tem alguma imformacao que me ajude.
-Do que se trata?
-Eu presciso saber se tem alguma imformacao sobre mitos ou mesmo realidade que existem seres humanos que costumam alimentar-se de sangue.
-Eu so sei apenas de um.-imformou ele apos pensar um pouco- Mas nao creio que exista, é apenas um mito. Se chamam vampiros. É o resultado de um feitico, Provip que quer dizer Pro-Vampiro que tornam humanos em cadaver vivos, ou seja, mortos que voltam a vida, resumindo, imortais pois o Provip que fexa o corpo de qualquer ferimento ou sicatriz, dizem que um vampiro nao  contem nem mesmo espinhas e o corpo é imune a cortes pois apesar de nem centirem o ferimento some logo.
 "O Provip é como um veneno que se aloja no coracao e provoca fortes vontades ao ser de alimentar-se de sangue, animal ou mesmo humano e absorve-o em media de vinte e quatro horas apos a alimentacao, mas tambem depende da quantidade, pois o sangue prenche suas veias vazias e devolve cor natural do corpo, pois com as veias vazias o individuo fica palido, naturalmente."

Mais Ajudas de Hector

 "Um vampiro apesar de estar morto tem conciencia, tato, paladar e vizao naturalmente. Eles ficam da mesma estrutura que morreram; cabelos nao crescem ou muda de cor, nem dentes ou unhas. Uma das vantages de um vampiro é que ele se sente leve e nao se cansa e so dorme quando quer corre rapidamente, como se chegassem a um lugar somente ao pensar, vêem a noite como se estivesse com um contastre, quase como um dia, farejam muito bem as presas, tem uma flexbilidade que é capaz de dar um salto de até cinco metros de altura e teem forca incansavel. E o mais destacante de todos é que eles tem poderes sobrenaturais,-Carolina sentiu uma adrenalina naquele momento- nao se sabe a quantidade exata, muitos so tem dois e muitos apenas um, eu acho que todos tem dois, mas os que so tem um é porque ainda não descobriu o segundo"
 "Afirmam que um vampiro pode ser destruido com o fogo. Um humano tambem pode ser criado com o sangue de um vampiro. Bem, acho que é tudo que sei!-comcluiu Hector.
-Foi bastante-comfirmou Carolina-Eu tomei nota de tudo, muito obrigado.
-Como?-Surpriendeu-se Thomas Hector pois Carolina nao tinha nada em maos.
 Carolina deu um sorrisinho e apontou a mente, e logo após saiu. Ela tinha ficado feliz por nao sentir vontade do sangue de Hector, ou era porque ja estava se controlando ou seu corpo ja estava bem preenchido suficientemente de sangue.

DIAS ATUAIS
Zack e Carolina

Zack

Zack Peter Mcphersom tem dezesete anos, nasceu no dia quinze de novembro de 1913, na cidade de Phoenix. Tem os cabelos lisos e um tanto cacheados que cobrem toda sua nuca numa mistura de castanhos escuros entre outros caramelados, partidos ao meio. Seus olhos sao castanhos escuros, abaixo de sebrencelhas pretas e bem retas. Sua pele é de cor caramelada como alguns fios de cabelo, sua estrutura é média e o físico um pouco magro.
 Ele adora usar caucas jeans bem justas de cores escuras como pretas e azus escuras, blusas de cores claras e sem enfeites, com gola ou sem gola, com mangas longas ou curtas, tambem muitas vezes usa camisetas, xadrez, abertas sobre as camisetas, nao gosta de bonés e todos seus tenis brancos; assim é seu estilo.
  Ele mora em Las Vegas, desde que abandou a fazenda de seu pai, quando ele faleceu e usou parte de sua heranca comprando um carro e uma casa ao lado da casa de uma grande amiga, Carolina Haven, que conheceu por e-mail, a arrumou um emprego numa pizzaria bem proxima.

Carolina

 Carolina Mercedes Haven, nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1884, em Phoenix.
 Ela é uma jovem de dezessete anos, sua aparência fisica é muito bela; Pele branca, cabelos muito lisos, grandes até a cintura e negros. Seus olhos são negros como o cabelo e as sebrancelhas, e seu semblante  tem um destaque elerizante.
 Ela adora usar vestidos, nao longos. Em casa sempre com simples, finos e de cores claras, no seu trabalho de banquária é obrigada a usar a farda que odeia, que é um bleiser e uma cauca preta. Em ocasioes 'emportantes' usa vestidos de cores escuras e bem modelados, com tamancos altos. Não gosta de usar prendedores de cabelo ou se maquiar esageradamente; apenas um batom bem vermelho estar perfeito.  Após ter passado dez anos fora de Phoenix, por conta de sua transformacao, voltou para morar com sua amiga Catharinna Mcphersom, e três anos mudou-se para Las Vegas após a morte de Catharinna ao ter o primeiro filho, Zack Mcphersom.

Grandes Amigos

Ao Zack e Carolina conhecerem-se tornaram-se grandes amigos e vizinhos, cada um contou e exclareceu sua historia, e quase sempre apos seus trabalhos se encontravam e comversavam muito, sobre a vida de vampiro, o trabalho ou os sangues de coelhos. Tanto Zack quanto Carolina se amavam como irmaos pois eles eram os unicos "familiares" de uma mesma vida, eles eram os unicos que podiam se abrir e contar sobre seu passado e vida, a nenhum humano poderiam contar que nasceu cem ou mais anos atraz, ou que eram vampiros e imortais. Iriam acabar presos num manicônio ou letreiro de 'grande descoberta' em pecas de museu. Mike era a única familia de Zack, mas ele nao fazia ideia de aonde estava desde partir de Phoenix, sabia que o tio cuidava-se muito bem e em algum dia veriam-se novamente. Zack trabalhava dias alternos e variados na semana, das nove horas da manha ate dez da noite. Carolina trabalhava os quatro primeiros dias da semana e saía de casa de seis da manha e retornava as cinco da tarde.
 Ambos ganhavam salario comercial e quase todo fim de semana faziam compras de roupas e objetos e iam ao supermecado central, onde gastavam muito pouco em apenas produltos de limpesa como perfumes, desinfetantes, escovas de dentes com pastas, vassouras e etc.
 Eles nao viviam a vida tristes pois tinham um lar, um emprego (ou seja um passa-tempo e diversao) e compahia.

Um Cliente Inesperado

 Zack estava mais uma vez na pizzaria Sto Mungus, meio dia, a hora em que a pizzaria mais lotava. Ele tinha acabado de atender uma mesa e partiu pra outra em que tinha um homem que aparentava ter uns quarenta anos, um pouco gordo de barba grande e branca. Estava ao lado de uma mulher morena-clara de cabelos grisalhos e cacheados, magra e um semblante muito sem vida e sêco. Mas quando levou o cardápio para eles se assustou.
-Tudo bem?-perguntou o homem ao notar sua mudanca de feicão.
-Joao Jovalho?!-perguntou ele ao se lembrar de uma fotografia em preto e branco que Carolina havia Le mostrado.
-Quem é você? como sabe meu nome?-Adimirou-se ele.
-Não, nada!- comformou-lhe Zack, mas ele nao se satisfez.
-Como é seu nome?-perguntou ele rapidamente.
-Zack Mcphersom.-Respondeu ele sem nem pensar duas vezes.
-Ha!-riu ele- entao você é familia do Mike! como estar vivo? nao era pra ter quase cem anos?
-E voce? nao era pra ter quase cento e cinquenta?-Retrucou Zack.
-Nao! eu nao estou achando ruim, é otmo ter mais um no bando!
-Entao se quer tanta gente no bando porque nao sai douando seu sangue pra todo mundo?
-Isso eu e voce podemos fazer, mas é especial ter mais alguem daquela época!
-Ah! é por isso que matou sua sobrinha?
-Entao ela estar com voce? porque nao marcamos um dia pra nus encontrarmos!
-Eu nao moro com ela, so sou seu amigo, diferente de voce que a fez virar vampira e a abandonou.
-Calma, eu posso exclarecer tudo, basta voce marcar o dia e eu conto toda minha historia e vocês a sua.
-Tudo bem, amanha a noite no Gril do Noberty da esquina.
-Otmo!-Gostou ele- agora traga uma cerveja.
-Uma cerveja?- Zack nao entendeu poque um vampiro vinha numa pizzaria tomar cerveja.
-É, Zack, algo pra variar. E acho que nao da cirrose em vampiros nao é? tambem nao poderia pedir dois copos de sangue não é?-explicou ele rindo.
Zack pensou no que Jovalho havia falado 'dois copos de sangue'. Entao Bonerges tambem era vampira, por isto estava viva. Ele virou-se e foi providenciar a cerveja.

A Noticia

 Zack trabalhou ate as dez horas da noite, quando a pizzaria filnalmente foi fexada. Se nao fosse Joao Jovalho para deixa-lo preocupado e louco pra contar a Carolina, ele podia dizer que o dia foi otmo.
 Ao entrar no seu Fox preto, foi o caminho inteiro pensando em Joao e Bonerges; seria verdade que estava alegre por ter mais vampiros ou queria a imortalidade apenas pra eles?
 Ele viu a rua Agatah Chrirtie, la no finzinho estavam suas casas: A de Zack de primeira andar e ceramicas pretas entre brancas cobriam toda frente do apartamento e a da Carolina era bem maior que a de Zack (na largura), ela tinha um jardin bem colorido e pra chegar ate na casa passava-se por um caminhosinho de pedras.
 Desceu do carro e foi logo chamando-a.
-Que foi?-perguntou ela pela janela- pra que tanto vechame?
-Sabe daquela foto que voce me mostrou?
-A do meu tio Joao Jovalho? -ela perguntou curiosa abrindo a porta.- Entra.
-Eu o vi hoje na pizzaria.
-O que? voce tem certeza?
-Claro. Ele mesmo se assumiu, estava ate com a Bonerges, notei pela feicao,  ate nus chamou para uma comversa no grill do Noberty amanha, pra exclipicar 'porque abandonou a sobrinha' apos ter lhe dado uma vida anormal.- Falou ele com ar zombeteiro sentando-se no sofa beje da Carolina.
-Mais que mascarado!-gritou Carolina.
-Eu sei. É claro que nao vamos mas...
-É claro que vamos!-garantiu ela.- eu ainda quero ver o que aquele inutil tem a explicar, so pra eu esfregar em sua cara a verdade.
-Tudo bem.-Zack concordou quando ela ja estava mais calma- voce ja havia rastreado sua localidade alguma vez?
-So em 1901, dois dias depois de minha transformacao.
-E onde ele estava?
-No cimiterio de Phoenix, acho que morou la por uns dias.
-Dava pra rastreia-lo agora?
-Claro.- Carolina pos as maos na mente e apertou os olhos.- Estar em uma casa velha aqui em Las Vegas.- respondeu ela em munultos.
 Eles se despediram combinados de ir no grill juntos no dia seguinte.

No Grill Noberty

 No outro dia de noite, Carolina chegou na casa de Zack e o esperou terminar de se arrumar e sairam em direcao do Fox preto.
-Nossa, voce é bela, mas hoje estar maravilhosa!- Zack observou, ela estava com um vestido caprixoso. -Quer estar tao linda assim pra seu tio?
-Nao é pro meu tio.- garantiu ela.
-Entao é pra mim?
-Você acha?
-So nao acho que é pra Bonerges.
Eles foram rindo até o carro.
 Minultos depois chegaram á frente do Grill, logo que entraram viram uma das mesas em que o Jovalho e Bonerges estavam sentados, com apenas uma vazia. Ao Jovalho ver a sobrinha deu um sorrisinho e puxou mais uma cadeira de uma mesa vazia ao lado.
-Boa noite.- Saldou Jovalho em nome de si e de Bonerges que não abria a boca.
 Ele pediu uma bebida pra cada um, nem Carolina recusou pois o alcool nem fazia mas mal para seu estomago, nem a embebedava.
 Jovalho pediu que antes eles contassem primeiro como se tornaram vampiros e como viveram até agora.
-O poder dela é magnifico, nao é Bonerges?- Observou Jovalho ao Carolina contar sua historia.
-Entao o Mike tambem tornou-se vampiro e provavelmente estar vivo.- Jovalho comentou quando Zack acabou a sua.
 E so depois iniciou a sua.

JOAO JOVALHO
O Feitico Provip

Joao e Bonerges

 Era inicio de noite, no ano 1889, em Phoenix. Em uma casa no sitio da familia Maklood, numa pequena escada de barro dois jovens de aparentemente vinte anos conversavam amorosamente. Eles eram Joao Jovalho e Bonerges Maklood.
-Qual é seu maior sonho senhorita Bonerges?- Perguntou Jovalho educadamente.
-Amorosamente me casar com voce e fisicamente ser a maior bruxa dos Estados Unidos ou mesmo do mundo.
-Nossa! e eu adoraria apenas viver com voce para sempre...-informou ele amorosamente.- Pena que nao existe feitico que deixe humanos imortais...
-Existe um unico. Mas bruxa alguma na face da terra teve corajem de exculta-lo.- Disse Bonerges ao se encantar com as belas palavras deomissos

 Joao percebeu que a mulher nao voutou mais, e logo soube; ela havia morrido e o Provip estava concluido. Logo denunciou a morte de sua mulher como ataque cardiaco e exigio seu enterro o quanto antes de anoitecer. Logo de manha, tomou um meio gole do Provip e se enforcou, dando berros para todos vizinhos escultarem e enterrarem-no em 24 horas.
 Tudo deu certo para jovalho pois na manha do proximo dia Jovalho despertou num caixao, e ao se desenterrar e sair acabou atacando a sua propria sobrinha que visitava seu tumulo, deu-lhe Provip e em seguida a matou saciando sua sede de sangue. No proximo dia passou a realizar o ritual para ressulssitar Bonerges. Ele percebeu que conseguia ver seu corpo atravez do tumulo. Dessenterrou-a e a arrodou-a de velas apagadas e passou a envocar seu espirito para retornar a seu corpo. O ritual durou a noite enteira, e cada vela que se acendia era uma dor que dava em todo corpo de Jovalho, como um chock. Até que finalmente todas as velas acenderam-se e Bonerges voltou.
-Voltei nao foi?- maravilhou-se ela- sabia que voce faria...
-Conseguimos Bonerges, nossos sonhos foram realizados! vamos viver juntos para sempre! valeu a pena!
-Pois é.-Comfirmou ela feliz.-Cadê o Provip? Ainda vou ter que morrer mais uma vez...
Jovalho procurou em toda sua roupa mas nao encontrou. "Carolina..." imaginou ele.
-Nao acredito! voce o perdeu?- gritou Bonerges.
-Eu havia guardado no bolso antes de se matar, mas acho que retiraram-no antes de me por no caixao!-mentiu ele.
-Olha onde voce foi guarda-lo! é claro que iam le examinar pra tirar dinheiro ou otros objetos! mandei você por naquele lugar, la era mais seguro e ninguem mexeria!
-Estar falando da sunga? eu peguei esse terno em casa escondidamente, poque estava totalmente sem roupas!-mentiu ele novamente.
-Me de seu braco!-Bonerges o cortou e em seguida lambeu o sangue que escorria.
-Tambem funiciona assim?! que alivio!- falou Jovalho feliz.
 Bonerges gritou algo como 'Morte Mortiferos Bonerges' e apos um grito caiu morta.
 No outrodia Bonerges despertou. Ela agora estava de bom humor. Eles comentaram a sensasao que sentiam, era maravilhosa. Em seguida pegaram nas maos e correram decidido a irem para bem longe de Phoenix.

Comentarios

-A Bonerges ja descobriu algum poder?- perguntou Carolina.
-Eu nao sei dicirnir bem entre magia e poderes, mas acho que passou a flutuar no ar quando quer. Acho que é um poder.- Disse Jovalho
-Entao seu poder é ver atravez de paredes?- Perguntou Carolina.
-É. Mas tambem descobri que me transformo em um animal, mas não vou dizer...
-E em que voce e a Bonerges trabalham?-perguntou Zack ao reparar terem dinheiro.
-Nao trabalhamos, durante toda minha vida de casado e solteiro, juntei dinheiro. Hoje em dia ele estar bem guardado em um banco e usamos pouquissimo, apenas em vestes e caucados.
 Ja eram quaze onze horas quando vieram acabar as perguntas e comentarios.
-Bem, -falou Jovalho- agora que todos nós ja acabamos com nossas duvidas, eu e minha mulher ja estamos de saída. Espero que sejamos colegas.- pronunciou ele apos pagar as bebidas.
 Zack apertou a mão de Jovalho e Carolina a de Bonerges.
-Nos tambem ja vamos.- avisou Zack e logo sairam do bar.
 No carro Zack comentava muitas coisas com Carolina, mas ela so dava respostas vagas. Zack estranhou pois ela era bem mais eletrica e comversadeira do que ele.
-O que houve, Carol?-Perguntou ele parando o carro ja em frente as suas casas.
-É que achei algo bem estranho quando a Bonerges me tocou. Eu senti como uma leve tontura.
-Ha! nao ligue, mao de bruxas sao assim mesmo, uma certa energia!- explicou ele sorrindo.
-Deve ser isto mesmo!-se comformou Carolina tambem rindo.-bem, eu ja vou indo. Boa noite, Zack.- Ela o beijou na bochecha, saiu do carro e se diricionou pra sua casa. Logo apos Zack tambem desceu e passou a noite enteira pensando naquele beijo.

 A Suspeita

 Zack estava deitado em sua cama numa manhã de sabado. Ele pensava sobre Joao Jovalho e sua história, quando derrepente deu um salto e caiu em pé, correu como um foguete ate a porta, abriu-a e correu em direcão da casa de Carolina.
-Carol, Carol!- Ele gritou em sua janela.
-Nao devia correr assim!-reclamou ela- se algum humano visse voce?!
-Da proxima tenho mais cuidado!- garantiu ele.
-Porque voce veio aqui?
-Tive um palpite muito desagradavel. Vou le contar, afaste-se pra eu pular a janela!
-O que acabamos de descutir!? os humanos, Zack. Aguarde que eu abro a porta.
-Entra-comvidou ela em dois segundos.
 Ele logo se acomodou so sofazinho beje da Carolina, que ele adorava e comecou a falar.
-Eu estava pensando em quando vi Jovalho pela primeira vez. E me alarmei com duas coisas sem sentido.
-O que?
-Quando eu Le disse meu nome e sobrenome ele logo ele perguntou o que eu era de Mike. Agora me responda, como ele adivinhou que Mike era minha familia? Sera que ja sabia que ele era um vampiro? e se ele tiver em perigo?
-Calma, Zack. Eu era amiga de sua mae, quem sabe ele a conhecia, incluindo o irmao...
-Nao, espere! e na quinta, no Grill, apos eu contar minha historia, ele logo comentou algo como "Ha! entao ele provavelmente estar pelo mundo". Porque ele gostou da noticia? pra contar pra alguem?
-Calma, Zack. Nao pense o pior. Mas realmente voce tem razao... o que voce pretende?
-Queria ir atraz dele pra perguntar se sabe sobre o Max, o Maicon ou o Drive.
-Eu acho bom primeiro conferir se ele ainda estar vivo, pois provavelmente se eles ja tiverem o encontrado concerteza o mataram, suspeitando que ele crie um grupo para ajuda-lo a vimgar-se deles. Você nao tem um fotografia dele?
-Tenho uma dele comigo que papai mandou tirar no meu aniversario de quinze anos...
-Cerve, va busca-la.
 Zack correu em casa e adentrou seu quarto, procurou uma maleta enferrujada em que tinha uma espingarda bem atinga, um pá de pequeninas botas de couro; foram presentes de seu tiu, e ele guardava-os como ouro e junto estava a fotografia que ele procurava. Logo que achou, a pegou e correu devolta para casa de Carolina.
 -Aqui estar!- falou ele entregando a foto.
 Ela a observou um pouco e em seguida fexou os olhos. Depois de um minulto ela pois-se a rir como uma crise.
-Carol!, Carol!-gritava Zack- para com isso!
-Sabe onde ele estar?- perguntou ela em meio a risos.
-Onde?- perguntou ele curioso.
-Em Santa Catarina, no Brasil!
-Ha!- Zack tambem riu.- assim nao fica facil de acharem!
-Ao menos estar seguro- assegurou Carolina.
-Pois é, mas mesmo assim ainda vou ver o Jovalho.
-Agora?- Gritou ela.
-Nao. Talvez amanha.
-Acho eu devo ir, senao voce vai ter que rodar todo os EUA!- Brincou ela referindo-se a suas vizoes de localizao.

 O Erro

 O Domingo amaheceu, Zack foi a cozinha e tomou sangue de lebres que havia cacado na noite passada.
 Ele pegou o celular e procurou o numero de Carolina.
-Carol, vamos atraz do João Jovalho agora?
-Vamos. Eu me arrumo e já vou aí.
 Zack tambem trocou de roupas ate Carolina chegar. Logo ja estavam no Fox de Zack. Carolina dirigia pois ia conduzir até a casa velha que ela via.
-Seria muito melhor se fossemos atrás do Mike. Quem sabe ele tem ou sabe onde tem uma foto de um deles?-sugeriu Carolina.
-Ir ao Brasil?- se admirou Zack.-e voce acha mesmo que ele se interessaria em ter ou saber de fotos de seus assinos e traidores?
-Tem razao, acho que nao. -ela se comformou.
-Voce sabe onde fica essa casa velha mesmo?-Perguntou ele porque ja estavam na pista a mais de meia hora.
-É claro que sei, eu passei por la quando corria pelos campos, ela estava bem mais nova mais é a mesma.
-Á mais de cento e quarenta anos e á noite.- Zombou Zack.
-Pra seu governo, eu tenho uma memoria perfeita. E nao sabia que pra um vampiro a noite é como um dia? Mas se acha que a encontra mais rapido, venha dirigir- falou ela Zangada parando o carro.
-Nao, nao. Eu acredito em voce, ficou bem claro que fui um tolo em nao confiar em voce. Pode continuar.
 Eles caminharam mais alguns minultos até Carolina parar o carro no encostamento, em frente ao cimitério de Phoenix. Carolina ultrapassou a cerca de um campo de milho. Ela correu para entre eles e Zack a seguiu, ate chegarem em um campo que tinha uma bela casa, ele ate imaginou ser aquela mas eles continuaram correndo alguns segundos ate que Zack avistou a casinha velha.
 Chegaram la chamaram-no. Apos chamarem varias vezes e ninguem vir, arrodearam a casa e repararam a porta da cozinha entreaberta. Eles entraram e confiriram toda a casa mas nao havia ninguem.
-Eu vou confirir aonde estao, talvez sairam pra caçar.- Carolina fez o procedimento de comferencia e logo abriu os olhos assustada- Eu so vejo esta casa!
-Entao, o poder do Jovalho deve ser invisibilidade...-falou Zack apos pensar um pouco.- Ou talvez poderes da bruxa.
-Nao pode ser!-exclamou ela- e estes moveis antigos e enpoeirados? Pelo geito nao sentam neste sofa a anos!-ela apontou um sofa velho.
 Eles ficaram muito comfusos. Ate que Carolina fez cara de quem descobriu o assassino do presidente.
-JA SEI!-gritou ela- Aqueles traidores realmente nao sao nossos amigos! naquela noite quando a Bonerges tocou minha mao e senti uma leve tontura, era alguma magia que bloqueava de rastrea-los!
-Isso mesmo!-comfirmou Zack- lembra quando ele admirou seu poder para Bonerges!?
-E tambem comentou sobre Mike, quem sabe a bruxa é amiga do bruxo e seus companheiros? talvez agora ele corra perigo.

Max, Maicon e Drive

 Era quase noite. Jovallho e Bonerges caminhavam por um campo de gramas altas e ao redor so tinha grandes avores. Eles pareciam ir a um encontro.
-Até que enfim...-falou Jovalho secamente quando Maicon, Max e Drive apareceram no campo num estanco de uma carreira.
-Recebei uma mensagem da Bonerges.- Disse o bruxo Drive.- Ela pediu pra nus encontrarmos aqui. Disse que eramos colegas e tinha algo importante pra nus dizer.
-Eu estou sabendo. Na verdade sou eu que tenho um recado.
-Antes, Senhor Jovalho- perguntou Maicon- como soube de nós?
-É por isso que estamos aqui, foi um Mcphersom.
-Mike?-admirou-se Max.- Eu nao disse pai, que tava faltando um pouco, ele havia suspeitado!
-O Mike estar vivo, nao sei onde.
-E Como falou com ele?- Perguntou Maicon.
-Falei com o sobrinho dele, Zack Mcphersom.
-Ha, nao! estar formando um grupo obviamente pra se vingar de nós.- Murmurou Mike.
-Entao foi ele que o contou de nós, que o tiu o contou?
-Foi.-Respondeu Jovalho.
-Ha nao! entao é verdade!- Falou Maicon.
-É claro que é.- Comfirmou Jovalho.
-E porque estar nus contando?- Quis saber Drive.
-Porque os metidos estao com minha sobrinha, Carolina, que a fiz vampira.
-A Haven ta viva?!- Surpriendeu-se Max que era louco por ela.
-Entao eu e minha mulher vamos lhes ajudar a destruir-lhes.
-Otmo. Muito obrigado, senhor Jovalho- Drive agradeceu.

 Uma Descoberta

 Carolina estava em casa, em sua cama, ela parecia fazer algo muito emportante. Ela usava uma caneta que riscava em um carderninho, de olhos fexados. Depois de alguns minultos os obriu e e ligou pra Zack muito avechada.
-Zack venha aqui AGORA.- ela ordenou e logo desligou.
 Logo que Zack chegou ela puxou-o para seu quarto.
-Consegui o numero de seu tiu Mike, em uma vizao, de sua casa no hotel. Estava 'Meu numero' em uma lista telefonica ao lado de seu telefone, me esforcei e consegui anotar no papel.
-Que otimo! - gritou Zack dando- um forte abraço.
-Eu sujiro que voce ligue e chame-o pra vir ate aqui para conversarmos. Nos pagamos sua vinda e volta. Quem sabe tudo se acerta e ele vai morar com você?
-Perfeitas Carol! voce e suas ideias!- Elogiou Zack felizissimo.
 Ele digitou os numeros no seu celular e pos do no ouvido.
-Estar chamando- ele logo informou a Carolina.- Oi tiu Mike!
-Zack? é voce?!- admirou-se ele do outro lado da linha.- Como você esta? e como descobriu meu numero?
-Bem, eu explico tudo quando voce chegar aqui.
-Aí? e eu vou ai aonde?
-Em Las Vegas. Voce tem que vim aqui eu envio a passagem por correio porque eu tenho muito que le contar.
-Sobre o que?-ele interrogou.
-Sobre Joao Jovalho, Bonerges, Max, Maicon e Drive.
-O que? eles estao ai?
-Nao. Nao sabemos onde. Mas voce tem que vim aqui. Ok?
-Certo. Mas como voce conseguiu um numero de outro paiz?
-Com a ajuda de uma grande amiga que teve poder de achar sua casa por uma fotografia.
-Uma bruxa?
-Nao, uma vampira. Quando você chegar aqui vai ficar mais informado que jornalista. Te aguardo!
-Espere! eu se onde vocês acham uma fotografia do max e do Maicon, no cimitério de Phoenix.
-Pode mesmo!
 Zack desligou o celular. E fez cara de assustado.
-Voce nao erra nunca? o Mike realmente sabia onde tinha uma fotografia do Max!
 Ela piscou um olho.
-Quem sabe nao é um segundo poder? Eu vou ao cimitério de Phoenix- falou ele se levantando- Voce vem pra eu nao errar de tumulo?

 A Comferencia

 Jovalho, Bonerges, Max, Maincon e Drive estavam no meio de uma mata, em Las Vegas. Eles pretendiam envestigar tudo muito bem até atacar.
-Antes precisamos verificar a casa de Zack.- falou Drive- Você sabe onde é Joao?
-Nao. É melhor um de nos irmos hoje na pizzaria St Mungus e perguntar onde mora. Eu costumava ir apenas nos domingos e acho que ele nao trabalha neste dia pois nunca havia visto ele lá.
-Eu vou.-ofereceu-se Max- porque aparento ter sua idade e digo que sou um amigo que veio vizita-lo.
-Otimo.-concordou Joao Jovalho.
 Uma hora depois Max voltou com respostas.
-O dono da pizzaria disse que ele mora aqui em Las Vegas, numa rua chamada Agatah Cristhie, numero 1231.
-Bom, faremos a festinha quando?-perguntou Drive com um sorrisinho de quem ja havia pensado em tudo.
-De madrugada pelas trez horas. É a hora em que todos de Las Vegas estao durmindo. No inicio da noite eu e Bonerges vamos conferir se o Mike estar com eles realmente. Tem que ser nos porque a Bonerges bloqueou que Carolina nus rastreasse e eu uso meu poder pra ver sobre as paredes, tudo certo?
-Certo.- responderam todos eles.
-Acho que ganharemos - gabou-se Max- meu poder é lancar fogo apenas com um olhar, o Drive ipnotisa e faz furacao, e o papai solta um berro que quebra qualquer taça e explode qualquer ouvido...
-Max- chamou Drive- nao iremos gritar para acordar toda Las Vegas nem meu furacao nao vai mata-los e etc, eu ja tenho um otimo plano.
-E Enquanto isso podemos caçar por aqui-falou ele olhando em redor-e tenho uma velha casa perto daqui para quem quizer se banhar ou se trocar.

A Chegada de Mike

 Zack e Carolina esperaram Mike no aeroporto de Las Vegas até dez horas da noite até ele finalmente chegar com uma grande maleta.
 Ele mal chegou, largou a bolsa no chao e abracou Zack.
-Que saldade. E quem é esta garota, sua amiga?
-É ela mesma.- Disse Zack.-Mike, Carolina. Carolina, Mike- Ele os apresentou.
 Eles se abracaram e todos entraram no carro em direcao da casa de Zack.
-Vocês pegaram alguma fotografia?
-Sim.- respondeu Zack- Conseguimos uma de Max Spiors e outra de seu pai Maicon Spiors. Quando entrarmos Carol o rastreia- Brincou ele.
-E ai tio? já sabe falar muito em português?
-Um bocadinho, ja consigo pegar um taxi, ir ao mercado, fazer compras, pedir uma pizza, pedir um quarto...
-Tudo!- resumiu Zack.- E trabalha em quê?
-Sou professor tecnico em computudor, trabalho numa industria, fiz oito cursos e por isso me aceitaram na hora e me nomearam como professor.
-Nossa. Teve que inventar que faz curso desde os dois anos!- riu-se Zack.
-Faz mais de oitenta anos que so tomo sangue de urso polar, da Antartida, o sangue é tao gelado que doi os dentes.- Brincou ele.
-Va buscar as fotografias, Zack- pediu Carolina assim que entraram.
-Nao.- Negou Mike rapidamente- antes quero estar por dentro de tudo, desde que você conheceu a Carolina ate agora, senao nao vou entender coisa alguma.
-Tem razao.- apoiou Carolina- conta Zack.
 Zack e Mike sentaram-se e iniciou-se a narracao. De vez em quando Carolina ia ate a cosinha e trazia copos de sangue de lebre para todos. A historia demorou muito pois Zack teve de contar tambem as historias de Carolina e Joao Jovalho. So as onze e meia que todas as historias e perguntas terminaram foi que Zack foi buscar as fotografias de Max e Maicon.
-Ha, nao!- ela falou depois de rastrear todos dois.- Estao aqui em Las Vegas, naquela casa velha!
-Com Jovalho- advinhou Zack- Mas o que fazem la?
-Sera que me viram chegar?- duvidou Mike.
-Nao sei.- Afirmou Carolina- nem podemos saber se eles estao com mais alguem ou o que pretendem.

A Espionagem

 Joao Jovalho observou que ja eram doze horas, e chegara a hora de espionar a casa de Zack, pra conferir se todos estavam presentes.
 Ele foi até a Bonerges que estava no quarto da casa tricotando e a chamou.
 Logo chegaram fora e comessaram a correr pelas matas e logo ja estavam correndo pelas pistas de Phoenix e logo apos nas ruas. Quando vinha um carro, ou sentiam um humano por perto corriam normalmente. Assim ate chegar na rua Agatah Cristhie. Bem no fim da rua Jovalho parou, era a casa 1231. Ele foi até do lado dela acompanhado de Bonerges e fixou na parede até conseguir ver sobre ela; ali estavam os tres, conversando. "Perfeito" pensou ele. Quando ja ia saindo reparou em uma fotografia que eles pareciam comentar, ele foi arrodeando a casa de forma que conseguiu ver que eram Mike e Maicon.
 Ele pensou um pouco e voutou a correr voltando, Bonerges seguiu.
 Logo ja chegavam na mata verde novamente, eles chegaram na casa velha, arrodearam e entraram pela porta dos fundos.
-Estao todos juntos.-Anunciou- e parecem que ja suspeitam por causa da esperteza da Carolina.
-Mas eles nao seriam capazes de nus vencerem- disse Maicon. Apartir de amanha so seremos nós cinco, os unicos vampiros do mundo. Eles sao apenas tres e nos cinco; dois bruxos e tres vampiros com mega poderes. Quais sao os poderes deles, Jovalho?
-A Carolina só rastreia, nao ira ajuda-los, Mike ler mente, mas so se olhar em seus olhos, tambem nao servira. Só Zack que ainda serve; ele tem poder de levitar.
-Ele nao vai fazer mada- afirmou Drive meio impaciente- eu ja tenho tudo em mente para como acabar com eles.

A Chegada

 Carolina foi para casa após ver que nenhum deles saiam da casa velha ate as duas da madrugada.
 Zack servia sangue e ficava falando o melhor pra nao deixar Mike nervoso.
-Jovalho pode ter convecido a eles que nos nao pretemdemos vingança, por seguranca de Carolina e...
 Alguem bateu na porta fortemente. Zack foi abrir;
-Carolina! o que houve?- perguntou ele ao vela com um rosto muito preocupado.
-Eles veem pra ca!- gritou ela entrando.
-Quem? eles...?- descobriu ele.
-Calma gente.- falou Mike- Zack, vá pra casa da Carolina com ela. Eles so querem a mim, se voces ficarem aqui, podem se maxucar. Agora!- Gritou ele ao ver que eles nem se mechiam.
-É claro que nao vamos!- gritou Carolina- Talvez o Jovalho me escute.
-Ninguem sabe se o jovalho vem! voce nao consegue rastrea-lo!
-Vamos ficar aqui sim, Mike.- desta vez afirmou- Zack- nos tiramos voce de um lugar seguro pra este lugar e nao vamos deixa-los fazer nada com voce.
-Eles chegaram.- falou Carolina ao comferir.-Estao na porta da cosinha!- ela completou.
-Vamos!- chamou Zack- pela porta da frente, rapido!
 Eles correram pra fugir quando ouviram Max destruindo a casa, mas ao sair tiveram uma surpresa; era uma enboscada, apareceu uma roda de fogo de cinco metros aos seus redor, empedindo de fugirem, ou voltarem pra casa.

Sem Saída

 Mike segurou firme nos braços de Mike e Carolina que estavam cada um em seu lado e provocou um salto para ulrapassar o fogo, ao ouvir mas algo como uma parede de silicone invisivel empatou de fugirem. Eles cairam no chao e bem a frente poderam ver os cinco; Na frente estava Joao Jovalho, ao seu lado direito estava Drive e ao esquerdo Max e Maicon e em cima, flutuando, estava a bruxa Bonerges.
 A bola de fogo fexava-se lentamente.
-Incendio!- gritou um humano que passava pela pista da frente. Maicon se aproximou dele e tocou em rua cabeca, em seguida o homem saiu tranquilamente, como se estivesse passando por um parque onde criancas brincavam.
-Nos tinhamos que encontrar voces antes que voces nus encontrassem.-Max falou atravez do barulho do fogo.
 Mike nem ao menos conseguia gritar que nao queria vinganca.
 Zack desejou sumir dali, e sumiu.
-Zack!, Zack!- gritou Carolina pensando ter sido morto.
-Estou aqui.- Respondeu ele tentando ultrassar o fogo mas nao conseguiu.
 Carolina viu os olhos de Max ficarem vermelhos vivos e deles sairem tirias de fogo em sua direcao, ela ergueu as maos para tentar proteger-se e em volta de si apareceu uma bola prateada um pouco trasparente. Ela e Zackhaviam de acabado de descobrir um novo poder; escudo e invisibilidade. Carolina conseguiu sustentar um pouco o escudo, mas estava fraca pela primeira vez na sua vida de vampira e caiu desmaiada.
 Zack correu para ela e pos-se a chorar e chamar seu nome. Ele tinha certeza que nunca mais a veria. O fogo ja so tinham um metro e meio, poucos sentimetros de Carolina.
 Derrepente Mike comecou a gritar, ele havia pegado fogo. Mas nao era so ele, estavam assim tambem Maicon, Max e Drive.
-Isto é por terem se metido onde nao deviam- dizia Bonerges de maos estendidas- Voces beberam de maos beijadas o Provip que custou minha vida.-dizia ela- eu sofri durante doze anos e voces simplismente ganharam a imortalidade.
 Os quatro, inclusive Mike viraram cinzas.

 Final Feliz

-Desculpe por seu Zack Mcphersom.- disse Bonerges- Sei que ele foi traido e era muito seu amigo mas tinha que ser assim. Adeus.
 Pode-se ver que os criadores do Provip combinavam perfeitamente pois Jovalho se transformou em um gato preto, era este o animal que ele se transformava. Ele subiu no ombro da sua bruxa, que flutuou sobre a cidade de Las Vegas ate sumirem na escuridao.
 Zack levou Carolina pra sua casa e aguardou-a ate despertar. -Eu queria te pedir uma coisa.- perguntou ele apois contar-lhe tudo que havia acontecido.
-O que?
-Morar aqui com voce ate minha casa ser reajustada dos danos de Max, acho que o idiota tinha poder de força...
-Ou talvez havia descobrido naquela hora.-adivinhou ela mais uma vez.
-E entao? posso?
-Pode, é claro que pode.
-Posso fazer outra coisa tambem?- ele perguntou romanticamente.
-Pode.-ela respondeu.
 Seus labios foram se aproximando lentamente ate darem um belo beijo.
-Quem sabe voce depois aluga aquela casa?- sugeriu Carolina que ja adivinhava o futuro.
-Claro que sim. Mas precisamos tomar um banho, nao?
 Eles caminharam ate o banheiro, aquele lindo amor garantia ser belo eternamente.
                                  FIM

O Autor
T. S. Brasileiro

 Sou viciado em livros e tenho paixão incurável pela leitura. Desde bem pequeno quando ganhei a coleção das obras de Monteiro Lobato, passei a amar mais a leitura. Adoro consultar livrarias e bibliotecas e sempre ter um livro na mão para ler nas horas vagas.
 Agradeço as incentivaçôes de meus irmãos e o apoio dos amigos.
 Sempre viverei da leitura e criatividade.